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Dia do Professor: com atuação na formação integral do aluno, eles ajudam a transformar a sociedade

Princípios éticos, consciência ambiental e planetária e respeito às diversidades fazem parte do importante papel do educador

Por Professora Marília Pena Correa

São Marcelino Champagnat, fundador do Instituto Marista, em 1817, na França, pregava que “para bem educar as crianças, é preciso amar e amá-las de igual maneira”. Em seus conselhos aos jovens educadores Maristas daquele tempo, ele enfatizava que o amor, esse sentimento superior a todos os demais, deveria estar em todas as ações. Mesmo depois de tantos anos, as palavras de Champagnat são de grande atualidade.

Em tempos de grande reinvenção do papel dos professores na educação, o amor pelo ato educativo ainda é uma constante, não apenas pelo fazer em si, pelo transmitir conhecimento, mas pelos sujeitos com quem se relacionam: os estudantes. É o amor que faz do ser professor um caleidoscópio com nuances de cores diversas. São muitas as combinações de habilidades que formam aqueles que se aventuram pela arte de educar, que aceitam o desafio do amar o outro em sua condição de ser humano em formação, em construção de sua identidade. É a capacidade de se adaptar a cada olhar que faz do professor esse profissional com tantas cores e tantas visões.

O educador auxilia na construção da formação de crianças e jovens, alimentando bons sentimentos e condutas no dia a dia (Fred Vianna)

Por ser assim, o educador também soma de forma definitiva na construção de uma formação integral de crianças e jovens. A integralidade deles perpassa por condições que vão além dos saberes da história, da geografia ou da física e transborda para os princípios éticos da vida em sociedade, pela consciência ambiental e planetária e pelo respeito às diversidades. Mais ainda, os coloca em condição de protagonismo, como atores sociais e produtores de saberes.

O professor assume, assim, em parceria com toda a comunidade educativa, a condução desses processos tão delicados e ao mesmo tempo tão definitivos na vida dos educandos. Em meio a tantas responsabilidades, é o professor que no dia a dia rege grandes transformações em vidas, alimenta o bem-querer entre crianças, adolescentes e jovens, ouve-os como a um amigo, anima-os quando das frustrações e só pode ser assim, porque exercita diariamente o amor. O amor que se retroalimenta todos os dias no simples olhar de cada estudante.

Educadores trazem para o espaço escolar a reflexão sobre as (novas) práticas multimodais (Fred Vianna)

Multimodal na prática do professor

Com diferentes formatos, cores e mídias, profissionais da educação aproximam alunos da  novas formas de conteúdo desde a Educação Infantil 

Por Professora Bruna Galvão

Formar cidadãos preparados para atuar em um mundo midiático é um grande desafio para quem dimensiona e promove a educação. A todo momento novas práticas de linguagem são “apresentadas” e convidam a reformular o conceito de leitura. Por exemplo, em propagandas que combinam imagens, palavras, sons, cores, movimentos variados; conceitos básicos como texto têm de ser redefinidos, já que constituem novas formas de construção de sentidos. Estamos diante de um “grande mosaico semiótico” que cresce de acordo com necessidades, com mudanças da sociedade.

Trazer para o espaço escolar a reflexão sobre as (novas) práticas multimodais é promover uma leitura plena, eficiente e crítica. É importante ressaltar que a multimodalidade não está restrita a uma simples junção de linguagem, ela potencializa a experiência de leitura permitindo ao estudante uma reflexão sobre o contexto, a partir da interação desses modelos multimodais.

No Colégio Marista Nossa Senhora de Nazaré, os estudantes desenvolvem, desde a Educação Infantil, a leitura de textos multimodais; a considerar rótulos, caixas de produtos, narrativas audiovisuais, narrativas impressas. A multimodalidade está presente no formato da letra, na cor selecionada para compor o texto, na diagramação apresentada. O importante é desenvolver no estudante a certeza que essas escolhas na produção do texto não foram escolhas aleatórias, ocorreram de forma consciente.
A partir do Ensino Fundamental, em concordância com a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a matriz da Rede Marista, novos gêneros textuais são sistematizados na leitura e na produção preservando uma progressão do conhecimento entre as séries.

Rótulos, caixas de produtos e narrativas audiovisuais fazem parte do ensino no Marista (Fred Vianna)

Já parou para pensar acerca da importância da fotografia no gênero artigo, destinado ao público infantil? A fotografia funciona como exemplificação para o tema abordado produzindo o efeito de sentido realidade / verdade. Encorajar o estudante na busca dessas significações é mediar um ensino por investigação.

Provocar uma postura reflexiva diante dos memes foi a proposta direcionada aos estudantes do Ensino Médio do Marista Nossa Senhora de Nazaré. O meme é um texto multimodal que apresenta linguagem verbo-visual, ou melhor, a integração entre recursos multimodais que intenciona produzir unidade de sentido. Interessante destacar o papel que esses textos ocupam na cultura contemporânea.

Enfim, a vida em sociedade exige cada vez mais o contato com uma diversidade de mídias e como consequência, a leitura de uma diversidade de textos, já que “a linguagem se renova, quando se renovam os meios”.

Processo de formação contínua e continuada, por meio de cursos, é um dos diferenciais dos educadores do Marista (Fred Vianna)

Professor e sua imersão no novo ensino médio

Por Professores Aynara e Augusto

Ocenário educacional brasileiro vem passando por várias mudanças no âmbito normativo e pedagógico ao longo dos últimos anos. Esse processo ganhou novo fôlego com o início da implementação da Base Nacional Comum Curricular, de modo especial, em sua versão mais recente no processo de implementação da lei 13.415/2017 com a reforma do ensino médio, etapa que gera maior inquietação e dúvidas entre educadores, pais e alunos, o que é natural, pois são mudanças que serão compreendidas em seu aspecto prático, principalmente, quando confrontadas com o modelo atual de ensino vigente no País há décadas.

Para os educadores, o fundamental nesse momento é enveredar nesse processo potencializando sua imersão no novo ensino médio por diferentes caminhos, como investir no processo de formação contínua e continuada, por meio de cursos de curta duração ou outras modalidades. O importante é ter consciência da necessidade de maior instrumentalização teórica, normativa e metodológica das possibilidades que estão sendo apresentadas com essa nova fase.

Há de se destacar que já se foram 25 anos da Lei de Diretrizes e Bases da educação brasileira, 9.394/96, que suscitou novos horizontes para o sistema educacional brasileiro. Assim, cabe fazer memória e olhar para trás e refletir sobre o caminho construído até o tempo presente, considerando os desafios lançados na última década do século passado e analisar os rumos que foram tomados.
No contexto atual, com a Resolução Nº 3, DE 21 DE NOVEMBRO DE 2018 que atualiza as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio (DCNEM), atrelada a outros elementos normativos, vislumbra-se a possibilidade de criação de marcos de identidade para o ensino médio brasileiro, colocando em sua centralidade o jovem e suas escolhas, o seu protagonismo, a formação integral alicerçada em pilares fundamentais que lhe fazem sentido, gerando motivação e maturidade no processo de formação integral. Esse horizonte poderá ser percorrido com os itinerários formativos, articulados e alicerçados em toda uma organização pedagógica que é peculiar ao Brasil Marista no cenário nacional.

Para a rede Marista esse processo já está em curso há bastante tempo, com o investimento institucional forte na formação continuada, na elaboração de documentos norteadores da prática educativa, pautados no carisma de Champagnat e que dialogam com a Base Nacional Comum Curricular, apresentando aspectos inovadores em seu escopo teórico e metodológico, indo além da própria Base. Os educadores Maristas, portanto, já vivem o contínuo processo de estudo, reflexões, produção e aplicação de metodologias inovadoras no cotidiano educacional, o que coloca a instituição a frente no seu percurso, conseguindo atender aos objetivos a que se propõe.

A opção pelo universo juvenil faz parte do DNA do carisma Marista, com o legado de São Marcelino Champagnat. No Pará já são 118 anos de atuação Marista cuja ação educativa permanece nas famílias e na sociedade de todos que passaram pela instituição, sempre à frente de seu tempo.

Parceria com a Cambridge University Press permite ensino de forma natural (Fred Vianna)

A atuação do professor bilíngue na relação curricular

Programa Marista Bilíngue apresenta novo idioma ao aluno de forma natural,  com conteúdos adequados à idade e série escolar e aulas lúdicas

Por Professora Maralice Holanda

As experiências de aprendizagem de uma segunda língua tem se modificado intensamente nos últimos anos. E os “teachers” têm estado, mais do que nunca, em constante atualização, pois o novo cenário exige adaptação, inovação e muito conhecimento. Mas se engana quem pensa que apenas conhecer a língua e suas regras gramaticais é o suficiente para estar em sala de aula atualmente. Passamos da etapa de “aprender inglês” para entrar no processo de “aprender em inglês”. Percebe a diferença? Não? A gente te explica.

A busca pela formação do aluno de forma integral tem aproximado famílias e alunos de escolas como o Marista Nossa Senhora de Nazaré, que tem em sua estrutura curricular o Programa Marista Bilíngue, em parceria com a Cambridge University Press. Dentro desse contexto, professores do programa bilíngue vão muito além do ensino do idioma em suas aulas. Aquela metodologia que muitos de nós, hoje adultos, conhecemos, ficou para trás. Nada de repetições incansáveis ou aulas de regras sobre a terceira pessoa.

Através da metodologia CLIL (Content and Language Intergrated Learning), o inglês deixa de ser um componente curricular de uma língua adicional e passa a ser a ferramenta através da qual estudantes aprendem sobre os demais conteúdos curriculares. Para você entender melhor: através das aulas do Programa Marista Bilíngue, os professores ensinam o ciclo de vida de uma borboleta em uma de ciências em inglês; ou os diferentes tipos de moradia em uma aula de geografia também em inglês. Que tal aprender os nomes de diferentes tipos de traços usados em uma pintura de uma aula de artes, em inglês? Ou conhecer os algarismos romanos numa aula em inglês?

Metodologia preza por experiências e aprendizados que ficam para a vida (Fred Vianna)

Você percebe a diferença? A segunda língua é apresentada ao aluno de forma natural, sem regras, com conteúdos adequados à idade e série escolar. Contextualizada, adaptada e lúdica, a prática do professor aproxima e integra os conhecimentos e aprendizagens que o aluno vivencia em sua língua materna e em inglês, neste caso.

Dito isso, voltamos ao início desse texto, quando falávamos sobre as exigências que recaem sobre esse “teacher”. Integrar conteúdos de forma lúdica, planejar aulas cada vez mais eficientes e dedicar-se a conhecer conteúdos dos demais componentes curriculares são, hoje, habilidades mínimas para aqueles que se enveredam pela proposta bilíngue.

Aqui é onde se destacam a equipe e a proposta do Programa Marista Bilíngue, que conta com “teachers” altamente qualificados e com uma extensa programação de formação contínua, trazendo aos alunos experiências marcantes e aprendizados que ficam para a vida.

Para saber mais sobre o Colégio Marista Nossa Senhora de Nazaré, clique aqui.

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