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Saiba quais os meios de transporte mais baratos para chegar às praias mais procuradas nessa época

O transporte coletivo, seja via balsa, lancha ou ônibus, acaba sendo uma alternativa mais econômica para quem que curtir o verão amazônico

Natália Mello

Está mais caro viajar de carro particular para os balneários paraenses mais procurados nos meses de julho – Salinas, Bragança, Marudá, Marajó e Mosqueiro. Com o preço do litro da gasolina em constante crescente em 2021, custando em média R$ 6,094, o transporte coletivo, seja via balsa, lancha ou ônibus, acaba sendo uma alternativa mais econômica para quem não quer perder a oportunidade de curtir uma praia no conhecido verão amazônico e também período de férias escolares.

Na última segunda (19), a equipe de reportagem do Grupo Liberal acompanhou o movimento no Terminal Hidroviário de Belém, onde é possível comprar passagem para o Marajó: Camará – em que os turistas podem ir com o carro de balsa; e também Soure ou Salvaterra – nas chamadas lanchas rápidas. A advogada Jackellyne Carmo, de 26 anos, era uma das que estavam na fila formada por cerca de 50 pessoas. O destino dela? Soure – mais precisamente, a Praia do Pesqueiro.

“É o primeiro final de semana de julho que vou viajar e, como não conheço Soure, escolhi ir com uma amiga. Além de você gastar menos, porque tem gasolina para ir, para voltar, para se locomover por lá se for de balsa, tem a comodidade, de não se preocupar com veículo”, pontua a jovem, que vai se hospedar também na casa da cunhada junto com a amiga, Mayara Rocha. “Pelo que conheço, o gasto é menor com certeza. Salinas, por exemplo, é bem mais caro. Fora que o Marajó com certeza é um lugar lindo”, diz a pedagoga. O valor da lancha rápida para Soure, cujo trajeto dura aproximadamente 2h, é de R$ 48 reais por trecho, ou seja, R$ 96 ida e volta.

A doceira Luhelene Damous, de 41 anos, voltou nesta segunda de Marudá, onde estava com a família no último final de semana, e já foi até o Terminal Rodoviário de Belém comprar passagem para ir para Salinas nesta quarta-feira. Ela conta que só de combustível foi gasto R$ 250 reais. “Fomos de carro com a minha irmã. Colocamos R$ 150 para ir e mais R$ 100 na volta, então não é barato, né. O micro-ônibus ou a van, além de seguros também, têm um preço justo, paguei 48 reais para ir e 48 para voltar”, afirmou.

Luhelene diz ainda que prefere o transporte coletivo ao táxi dividido com desconhecidos. “Verifiquei e sai a 70 reais, mas é um carro com pessoas que eu nem conheço, então prefiro pegar minha mochila e ir de ônibus ou transporte de linha. Meu pai faleceu tem seis meses, e ele nos levaria, mas essa é a nossa melhor opção hoje, então é uma questão de adaptação”, concluiu. Os micro-ônibus ou as vans começam a sair às 5h40 e saem de 40 em 40 minutos até às 17h, custando R$ 48, mas também há opções de ônibus de empresas maiores, com veículos de maior porte, nos horários de 6h30, 9h30, 13h, 16h e 18h, custando o bilhete R$ 44,83.

Próximo ao Ver-O-Peso, também há opções de viagem para a Ilha da Trambioca e Praia do Caripi, em Barcarena; e Ilha de Cotijuba, pertencente à Grande Belém, ambas com preço de R$ 12 por trecho. As lanchas saem de uma em uma hora (sempre intercalando os destinos de meia em meia hora para não atrapalhar o fluxo) e, dependendo do movimento nos finais de semana, as empresas atuam com lancha extra.

 

Confira os valores

Belém – Soure: R$ 48, com saídas de segunda à sábado, às 8h15 (lancha rápida)

Belém – Salinópolis: R$ 47 ou 44,83, em horários variados (van ou micro-ônibus; ônibus)

Belém – Salinópolis: R$ 250 a R$ 300 (carro particular)

Belém – Mosqueiro: R$ 3,60 (ônibus de linha) ou R$ 40 a R$ 50 (carro particular)

Palavras-chave

Economia
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