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Preço do pescado tem primeira queda neste ano

Tainha e pratiqueira foram as espécies que ficaram mais baratas

Emilly Melo

O preço do pescado comercializado nos mercados municipais de Belém registrou a primeira queda neste ano. Segundo os dados do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese/PA) e da Secretaria Municipal de Economia (Secon), divulgados nesta sexta-feira (13), algumas espécies ficaram quase 10% mais baratas. 

O secretário municipal de Economia, Apolônio Brasileiro, afirma que a tendência é que sejam verificadas novas baixas de preços nos próximos meses, devido à sazonalidade do pescado. As análises são referentes ao último mês de abril. 

Para o supervisor técnico do Dieese no Pará, Roberto Sena, apesar da queda no mês passado, a grande maioria das espécies ainda continua em alta e com reajustes bem superiores à inflação, estimada em torno de 4% para o mesmo período.

Trajetória de preços

Segundo as análises, as quedas mais expressivas foram verificadas nas seguintes espécies: tainha, com 9,61%, seguida da pratiqueira, com queda de 8,21%; surubim 6,90%; aracu 5,80%; gurijuba 4,00%; cação 3,73%; arraia 3,27%; curimatã 2,96%; cachorro de padre 1,85%; tucunaré 1,74%; serra 1,54%; bagre e peixe pedra, ambos com queda de 1,49%; uritinga 1,41% e a sarda, com queda de 1,29%.

No acumulado do ano, poucas espécies apresentaram quedas, com destaque para a pratiqueira, com recuo de 7,15%, e do tamuatá, com 5,23%.

Enquanto isso, nos últimos 12 meses, o estudo aponta que a maioria dos pescados tiveram aumentos e reajustes superiores à inflação, estimada em torno de 12% para o período. As espécies de pescado com baixas de preços em destaque foram o Aracu, com queda de 3,71%, e a Pratiqueira, de 2,54%.

Economia
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