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Maioria dos supermercados estará aberta nesta Sexta-feira Santa, em Belém

De acordo com a Associação Paraense de Supermercados, poucos estabelecimentos optaram por fechar no feriado

Natália Mello

Já entrando oficialmente no feriado da Páscoa, nesta quinta-feira (14), a Associação Paraense de Supermercados (Aspas) confirmou o aumento considerável do movimento nos estabelecimentos em Belém. Em alguns órgãos públicos, devido ao dia ser ponto facultativo, o expediente foi suspenso e os consumidores aproveitaram para ir até o supermercado fazer as últimas compras do final de semana. Nesta sexta-feira (15), a Aspas informou que a maioria dos credenciados estará aberta.

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De acordo com o presidente da Associação, Jorge Portugal, por serem considerados atividade essencial, os supermercados optaram por abrir, mesmo que em horário diferenciado, em alguns casos.

“Temos estabelecimento aberto até às 14h, temos alguns funcionamento normalmente, sem alteração no horário, poucos optaram por fechar nesta sexta. Mas deixamos a critério da empresa”, explicou.

No sábado e domingo, os supermercados também seguirão o mesmo horário de funcionamento. Sobre o movimento, Jorge afirmou que na quinta-feira é intensificada a procura ainda pelos ovos de Páscoa e também por itens para o almoço de domingo. “Como todo bom brasileiro, as pessoas deixam para última hora para comprar as coisas. E até domingo tem gente comprando ovo de Páscoa”, finaliza.

Consumidores usam a véspera do feriado para fazer compras

Rosiane Nascimento, de 45 anos, que trabalha como repositora de mercadorias de um restaurante no bairro do Marco, em Belém, aproveitou o período de férias para buscar pelo melhor preço do peixe para a Semana Santa. Assim como outros consumidores, ela achou o valor cobrado pelo quilo do pescado nos supermercados mais em conta do que o praticado nas feiras da capital. “Pesquiso em feira e aqui ainda está mais barato. Compro dourada, pescada, só que raramente como peixe”, diz. “Mais caro ainda é a carne, o frango, o peixe a gente ainda consegue comprar mais barato”, conclui.

O professor Agnaldo Lima, de 52 anos, costuma fazer as compras dos alimentos de sua casa no supermercado e diz ter percebido uma crescente alta no preço do peixe. “A dourada há umas duas semanas estava R$ 23, agora está R$ 28. Compro dourada, filhote, pescada. Pesou bastante no bolso, principalmente em um período que poderia ter mais opções. Mas na feira também não vemos muita diferença, antes era mais barato, agora está quase a mesma coisa”, finalizou.

Economia
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