Em Belém, carne bovina chega a 45% de reajuste em 12 meses

Com nova alta em outubro, produto pressiona a inflação em Belém

Redação Integrada

O quilo da carne bovina teve alta de 2,06% em outubro, em relação ao mês anterior. É o que aponta o levantamento divulgado na sexta-feira, 20, feito pelo Dieese Pará e pela Secretaria Municipal de Economia (Secon) em açougues, mercados municipais e supermercados de Belém.

A alta de 2,06% no preço da carne bovina em outubro, revelado em levantamento do Dieese, eleva o reajuste acumulado em 2020. De janeiro a outubro, o produto subiu 7,3%, contra uma inflação de 2,95% (INPC/IBGE). Porém, o número mais expressivo está no acumulado dos últimos 12 meses, alta de quase 45%, contra uma inflação de 4,77% (INPC/IBGE).

Segundo o levantamento, em outubro de 2019, o preço do quilo da carne bovina de primeira (coxão mole/chã, cabeça de lombo e paulista) era vendido em média, em Belém, a R$ 20,89. Em dezembro daquele ano, o preço já estava bem maior, R$ 28,22.

Em janeiro de 2020, houve pequena redução, a carne bovina sendo comercializada em média a R$ 26,46, comportamento que continuou em fevereiro, com o valor médio chegando a R$ 25,35. Em março, foi comercializada em média a R$ 25,08. Em abril, o preço variou para cima, a R$ 25,64. Em maio, nova alta, a carne sendo encontrada a R$ 26,87, não havendo mudança significativa em junho (R$ 26,99) e julho (R$ 26,85).

Em agosto, o quilo da carne de primeira começou nova escalada de preço, sendo vendido em média a R$ 27,62. Em setembro, novo reajuste: R$ 29,67. Em outubro, o produto era comercializado em média a R$ 30,28.

Segundo o Dieese, a tendência é de que em novembro haja nova alta de preço.

Economia
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