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Durigan afirma que apresentou a Lula desenho de medidas contra endividamento

O ministro não descartou um uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) nessas medidas

Estadão Conteúdo
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O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira, 7, que apresentou ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o desenho do que podem ser as medidas contra o endividamento das famílias. Ele não quis adiantar quais serão as propostas e nem quando devem ser anunciadas, apesar de citar "próximos dias" ao ser perguntado.

"A gente tratou com o presidente hoje sobre. Foi uma primeira apresentação do desenho das medidas como um todo. A gente já fez uma primeira reunião com ele sobre o diagnóstico que a gente tem da correlação entre a taxa de juros e o endividamento das famílias", afirmou o ministro.

Ele conversou com jornalistas após participar de um almoço na Câmara dos Deputados com a bancada do PT na Casa. Segundo ele, a conversa com os parlamentares foi no sentido de apresentar o que o governo já fez pela economia e como fazer chegar esse bom momento à população.

Ainda sobre as medidas contra o endividamento, ele adiantou que deve haver mais de uma linha de renegociação de dívidas como para pessoas físicas, MEIs, famílias, pequenas empresas e trabalhadores informais, por exemplo. Estaria em discussão também uma forma de limitar que essas pessoas que tivessem as dívidas renegociadas e ganhassem descontos fossem impedidas de contrair novas dívidas com certos estabelecimentos como as bets. "Não tem prazo. Nós estamos terminando de fechar com o presidente. Nos próximos dias a gente termina de apresentar e anunciar em detalhes", declarou.

Perguntado, Durigan não descartou um uso de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) nessas medidas. Disse, entretanto, que os potenciais riscos para o fundo estão em análise interministerial.

"Nós estamos avaliando isso com o Ministério do Trabalho, que tem uma preocupação com a rigidez do Fundo de Garantia então ao se fazer uma análise, se a gente achar que for razoável uma utilização pra refinanciamento de algumas dívidas, isso vai ser admitido", completou o ministro.

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