MENU

BUSCA

Evento em Belém debate desafios e oportunidades para o setor energético na Amazônia

Especialistas, empresários e autoridades estarão reunidos para discutir transição energética, petróleo, gás e desenvolvimento regional

Thaline Silva*

O futuro da matriz energética e do desenvolvimento econômico da Amazônia é o tema do Amazon Energy 2026, que será realizado nesta terça-feira (30) e quarta-feira (1º), na sede da Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa), em Belém. O evento reunirá especialistas, empresários, autoridades públicas, investidores e representantes da indústria para debater estratégias voltadas ao crescimento sustentável da região.

A programação abordará temas relacionados à transição energética, competitividade industrial, inovação tecnológica e fortalecimento da cadeia produtiva amazônica. Um dos focos do encontro será a discussão sobre o potencial da Margem Equatorial brasileira e seus impactos para a economia regional.

VEJA MAIS 

Indústria apresenta agenda estratégica aos presidenciáveis 
Fiepa participa do debate nacional promovido pela Confederação Nacional da Indústria, em Brasília (DF)

Pará pode mirar energias renováveis como motor econômico, defende Fiepa
Biogás, biodiesel e etanol surgem como alternativas concretas caso a exploração offshore não se concretize

Entre os painéis previstos estão debates sobre o cenário da indústria de petróleo e gás no Brasil, na Guiana e no Suriname, além dos resultados e perspectivas da campanha exploratória na Bacia da Foz do Amazonas. O evento também discutirá oportunidades para micro e pequenas empresas no setor de óleo e gás e o papel dos minerais estratégicos na transição energética global.

Outro eixo da programação será voltado às políticas públicas de inovação para os estados da Margem Equatorial, com discussões sobre iniciativas que integrem tecnologia, descarbonização e desenvolvimento regional.

Segundo os organizadores, o encontro busca ampliar o diálogo entre setor produtivo, poder público e investidores sobre caminhos para transformar o potencial energético da Amazônia em geração de empregos, atração de investimentos, fortalecimento da indústria e desenvolvimento econômico sustentável para a região.

*Thaline Silva, estagiária de jornalismo, sob supervisão de Keila Ferreira, coordenadora do núcleo de Política e Economia