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Datena defende o presidente, mas volta atrás e detona Paulo Guedes: ‘Bolsonaro atrapalha’

O apresentador do "Brasil Urgente" emitiu posições afiadas

Redação Integrada, com informações do Notícias da TV

No "Brasil Urgente" dessa segunda-feira (24), José Luiz Datena emitiu posições afiadas sobre o presidente Jair Bolsonaro. Primeiramente, o jornalista criticou o presidente Joe Biden ao apontar falta de ajuda aos países pobres e pontuou que Bolsonaro não era o único responsável pela falta de vacinas, mas moderou. 

O apresentador citou Bolsonaro, ao falar sobre o desentendimento entre ele e a China, que poderia facilitar a chegada de insumos para vacina no Brasil.  "O Bolsonaro mete o pau no mundo inteiro? Mete. Se ele ficasse quieto, calado, a coisa seria melhor? Seria, mas não é só por causa do Bolsonaro que está faltando vacina no Brasil. Eles normalmente não entregariam como estão entregando para todas as partes do mundo", criticou Datena. 

"Bolsonaro atrapalha? Atrapalha pra caramba, mas não é só ele. Tem um monte de gente aqui. E outra coisa, os caras não tem disposição nenhuma em ajuda humanitária em lugar nenhum para com Brasil, uma má vontade enorme. Não é só por causa do Bolsonaro não. Ele ajudou muito com o negacionismo dele, com essas brigas todas que ele arruma, mas não é só por causa dele não", defendeu Datena.

Depois disso, ao anunciar o aumento de alimentos nos mercados, Datena não poupou palavras para criticar o ministro da Economia, Paulo Guedes, já que ele aprovou o atual valor do auxílio emergencial entre R$ 150 e R$ 375, considerado baixo pelo jornalista. 

"O Paulo Guedes é economista de banco, não é de pobre. Ele é economista de mercado, não é de pobre. Ele é economista de livro, ele não põe o pé na lama. Ele nunca entrou numa favela na vida dele, por isso que ele quer dar 250 contos para os seis meses, não é pra quatro meses que ele paga de 45 em 45 dias", disse. 

"Agora ele está dizendo 'começou a eleição, agora a gente vai ajudar o povo'. Mané! Quer dizer que você podia ajudar o povo há muito tempo e não ajudou. Se eu fosse o Bolsonaro, já teria colocado esse cara na rua há muito tempo. Não é de hoje que eu teria colocado ele na rua e o Bolsonaro fica insistindo com esse cara aí que só ferra povo", detonou o jornalista.

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