QUA · 07 OUT 2026Assine

CELEBRIDADES

Atriz de 'Eu, a Patroa e as Crianças' revela diagnóstico de autismo aos 57 anos

A investigação sobre um possível diagnóstico começou por sugestão da terapeuta da atriz

Gabrielle Borges

7 de outubro de 2026 às 10:52

A atriz ficou conhecida por interpretar Jay Kyle na série de comédia “Eu, a Patroa e as Crianças”

A atriz ficou conhecida por interpretar Jay Kyle na série de comédia “Eu, a Patroa e as Crianças” ( Foto: Reprodução )

A atriz Tisha Campbell, conhecida por interpretar Jay Kyle na série de comédia “Eu, a Patroa e as Crianças”, revelou ter recebido o diagnóstico de autismo aos 57 anos. A artista falou sobre a descoberta durante uma entrevista ao programa de rádio “Way Up With Angela Yee”.

O diagnóstico veio depois que Campbell publicou o livro “A World: A Mother’s Journey Through Autism”, obra em que conta a experiência de ser mãe de Xen, seu filho autista. Segundo a atriz, a confirmação de que ela também está no espectro ocorreu somente após a publicação da obra, por isso o assunto não aparece no livro.

VEJA MAIS

Morre Hiram Kasten aos 71 anos, ator de ‘Seinfeld’ e ‘Eu, a Patroa e as Crianças’ Comediante lutava contra o câncer de próstata

Ator de 'Eu, a Patroa e as Crianças' conversa com fãs brasileiros: 'O que é um tacacá'? Andrew McFarlane falou que tem recebido indicações para experimentar o prato paraense quando estiver no Brasil

Ator de 'Eu, a Patroa e as Crianças' leva golpe e paga caro por camisa de escola pública do Rio O artista desembarcou no país no início de maio e vem compartilhando momentos da viagem com os seguidores

Descoberta

“Recebi o diagnóstico depois de escrever o livro, então essa parte nem está nele. Isso aconteceu este ano”, contou. Além do autismo, Campbell revelou que também foi diagnosticada com transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

Ao comentar sobre as descobertas, a atriz afirmou que passou grande parte da vida tentando esconder determinadas características de sua personalidade em situações públicas.

“Tenho muita coisa acontecendo”, disse Campbell. Segundo ela, o comportamento expansivo e o humor eram, muitas vezes, uma forma de disfarçar o que sentia.

A investigação sobre um possível diagnóstico de autismo começou por sugestão da terapeuta da atriz. Na época, as duas trabalhavam questões relacionadas a traumas, quando a profissional levantou a possibilidade de Campbell estar no espectro autista.

A atriz contou que a avaliação ajudou a compreender melhor aspectos de sua trajetória e comportamentos que a acompanharam durante boa parte da vida.

(*Gabrielle Borges, estagiária de jornalismo sob supervisão de Tainá Cavalcante, editora web de OLiberal.com)