Ator paraense aposta em 'celibato de casal' com a esposa para repor energias sexuais
Casal afirmou que decisão não teve relação com crise ou falta de desejo
Uma decisão recente tomada por Diogo Venturieri e Didy Reis chamou atenção dos seguidores do casal nas redes sociais. Os dois afirmaram que passaram três meses sem relações sexuais por escolha própria como parte de um processo voltado ao fortalecimento da conexão emocional e à reorganização da dinâmica do relacionamento.
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O ator paraense e ex-Malhação, de 43 anos, e a influenciadora e terapeuta sexual, de 26, disseram que a pausa não teve relação com crise no casamento ou falta de desejo. Segundo o casal, a ideia surgiu como uma forma de desacelerar a rotina e entender como a convivência funcionaria sem que o sexo ocupasse o centro da relação.
“A gente quis fortalecer a conexão emocional antes da conexão física. Não era sobre negar o sexo ou fazer algum tipo de sacrifício. Era sobre entender quem a gente era como casal quando o desejo deixava de comandar tudo”, afirmou Didy Reis.
Casal relatou mudanças na convivência durante o período
Venturieri afirmou que a experiência modificou a maneira como os dois passaram a enxergar intimidade e convivência dentro do relacionamento.
“Quando você tira o sexo do centro por um tempo, outras coisas começam a aparecer com mais força. Conversa, escuta, afeto, vulnerabilidade. A gente percebeu o quanto muita coisa na relação já acontecia no automático”, declarou o paraense.
Já Didy Reis afirmou que um dos principais equívocos sobre o tantra é associar o tema apenas à prática sexual. “As pessoas acham que falar de prazer é falar de excesso, mas, para mim, também é falar de silêncio, escuta e desaceleração. O tantra não começa no toque. Começa na maneira como você se conecta consigo mesmo e com o outro”, explicou.
Retomada da intimidade ocorreu após três meses
O casal contou que a retomada da vida íntima aconteceu de maneira diferente após o período de pausa. Didy afirmou que a experiência alterou a percepção dos dois sobre desejo e proximidade dentro da relação.
“Quando a conexão física voltou, ela voltou muito mais consciente. Não foi sobre quantidade, foi sobre profundidade. A gente percebeu que desejo também precisa respirar para continuar vivo”, disse.
Diogo também afirmou que a experiência serviu para questionar expectativas comuns sobre relacionamentos duradouros e a necessidade constante de demonstrações físicas de conexão. “Existe uma pressão para o casal provar o tempo inteiro que está conectado sexualmente. A gente descobriu que, às vezes, pausar também é uma forma de cuidado”, concluiu.
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