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CARLOS FERREIRA

ferreiraliberal@yahoo.com.br

Jornalista, radialista e sociólogo. Começou a carreira em Castanhal (PA), em 1981, e fluiu para Belém no rádio, impresso e televisão, sempre na área esportiva. É autor do livro "Pisando na Bola", obra de irreverências casuais do jornalismo. Ganhador do prêmio Bola de Ouro (2004) pelo destaque no jornalismo esportivo brasileiro.

Público e VAR alteram condutas no gramado

Carlos Ferreira

Claro que foi justa a expulsão do azulino Victor Andrade ao cometer violência contra Pimentinha, do Sampaio, mas não teria ocorrido sem a denúncia do VAR. É um exemplo de interferência positiva da arbitragem de vídeo nas condutas de atletas, árbitros, técnicos e auxiliares. A volta do público também atinge alguns comportamentos aos quais já estávamos habituados, como a comunicação dos técnicos com os atletas.

Agora, com o barulho da torcida, diminui a ingerência dos técnicos, os árbitros não vão ouvir tantos xingamentos e os atletas voltam a se agigantar pela energia dos torcedores. É o futebol recuperando a sua essência humana, as emoções, comoções, indignações, comemorações e frustrações ali, no turbilhão do estádio. É isso que faz a gente se sentir gente.

Série B, Papão trata de pegar e o Leão de não largar

A Série B ainda não rendeu ao Remo as suas vantagens plenas, que ficam para 2022 com o estádios integralmente liberados e a Arena Mangueirão com 51 mil lugares, a partir de setembro. Isso vai significar um incremento de renda acima de R$ 4 milhões, que já empolga o Paysandu nessa busca do acesso. Afinal, falamos de bilheteria (19 mandos), de direitos de televisão e de outras vantagens comerciais. Enfim, falamos do incremento de mais de R$ 12 milhões/ano.

Isso vai valer para o Paysandu nas seis decisões que terá a partir de hoje, no confronto com o Criciúma, em Criciúma (SC). Para o Remo a conquista está engatilhada. Com oito dos 30 pontos que ainda vai disputar, estará garantido.

BAIXINHAS

* Remo x Coritiba, amanhã, 20 horas, no Baenão. Jogo especial para Raimar, que pertence ao Athletico Paranaense, maior rival do time adversário. Oportunidade perfeita para o lateral de 19 anos provar o seu valor à torcida athleticana.

* Embora vivendo a ansiedade natural pelo acesso do Goiás à Série A, Nicolas não se desliga da vida do Paysandu e está atento à luta dos antigos colegas para recolocar o Papão na Série B. Hoje mais ainda, já que saiu do Criciúma para o Paysandu, na sua mais bem sucedida transferência.

* Quando Kevem nasceu, Marlon tinha 17 anos e já se destacava nas equipes amadoras de Icoaraci. Amanhã eles vão formar a dupla de zaga do Remo contra o Coritiba representando duas gerações e se completando em campo, um na plenitude do vigor físico e o outro na plena experiência.

* Com três gols em nove jogos, Rildo é o artilheiro do Paysandu nesta Série C. Peça muito importante nessa série de jogos decisivos e uma referência técnica no time. Marlon, um dos vice-artilheiros com dois gols, volta como outra arma de Roberto Fonseca.

* Marcos Júnior se caracterizando no Remo como jogador de lampejos pontuais. Fez enorme diferença e foi herói nas vitórias sobre Brusque e Vitória, mas ficou devendo quando mais se esperava dele, como na derrota para o Guarani e no empate com o Sampaio Corrêa.

* Nesta Série D o Paragominas já deu claras provas do seu poder de reação. É o que se espera para o jogo decisivo desde domingo, na Arena Verde, contra o Atlético Cearense, na missão de vencer por dois gols para decidir vaga nos pênaltis ou por três para seguir direto ao "mata-mata" do acesso à Série C. 

Carlos Ferreira
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