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CARLOS FERREIRA

Jornalista, radialista e sociólogo. Começou a carreira em Castanhal (PA), em 1981, e fluiu para Belém no rádio, impresso e televisão, sempre na área esportiva. É autor do livro "Pisando na Bola", obra de irreverências casuais do jornalismo. Ganhador do prêmio Bola de Ouro (2004) pelo destaque no jornalismo esportivo brasileiro. | ferreiraliberal@yahoo.com.br

Covid força Marlon a virar zagueiro

Carlos Ferreira

Depois da covid, Marlon não conseguiu mais voltar ao peso anterior. Ficou sem condições atléticas para jogar de lateral. Numa emergência, jogou de zagueiro contra o Vasco, em Belém, e funcionou bem. Foi a descoberta de uma solução. Afinal, é onde o atleta de 36 anos e uns quilos a mais vai esticar a sua carreira, ainda como peça importante.

A força física, o jogo sério e a liderança em campo credenciam Marlon, que, num primeiro momento deve ter disputa direta com o Keven, visto que Daniel Felipe vai se impondo como titular. Everton Sena está na fila, enquanto se recupera no NASF. E o garoto Davi, da base, está em amadurecimento. Além desses, Paulinho Curuá também pode ser opção de Paulo Bonamigo para o meio de zaga do Leão Azul.

Veteranos ou experientes?

Certa vez, falando sobre um time de "trintões" que dirigiu, Givanildo Oliveira disse que numa sequência de maus resultados as críticas eram por ser um "time de veteranos". Quando veio uma sequência de vitórias, vieram os elogios a um "time de experientes". Pois bem! Resultados vão ditar o tratamento ao novo time do Paysandu, de Bileu, Ricardinho, Toscano, Henan e companhia.

Tecnicamente, o time bicolor está acima da média, do meio pra frente. Vejamos como vai funcionar em gramados desfavoráveis e na dinâmica de recomposição e marcação. A esperança de êxito está por conta do serviço de Fisiologia do clube, do profissionalismo dos atletas e da competência do técnico Márcio Fernandes.

BAIXINHAS

* Qualquer evento bem promovido é precedido de uma agenda positiva, com fatos e abordagens animadores. O Parazão até que tem o esforço da Funtelpa, que tentou até uma espetacularização do sorteio de grupos.

* Ontem, uma nova investida da Funtelpa com a festa de lançamento do campeonato, destacando o investimento e toda a atenção do governo estadual para a principal competição do estado.

* No entanto, na contramão, o Tribunal de Justiça Desportiva vai produzindo uma agenda muito negativa. O TJD já fez trapalhada na reta decisiva da Segundinha, na questão Parauapebas x São Raimundo, que forçou o Caeté a conquistar duas vezes o acesso à elite.

* Agora, o "show de horrores" do TJD está na questão Tapajós x Carajás, ainda do Parazão 2020, que segue com julgamento pendente e pode mudar um componente do campeonato. O julgamento tão tardío que seria ontem passou para a próxima semana, já com o Parazão em andamento.

* Mesmo com o TJD remando contra, os demais atores direcionam os seus esforços para o sucesso do Parazão 2022, que começa amanhã e vai terminar dia 3 de abril.

* Em tempo, bem que o Tribunal poderia informar se alguém foi punido pela pancadaria que houve em campo no primeiro Re-Pa da decisão do campeonato de 2014. Não consta!

* A procuradoria do TJD já denunciou alguém por arremesso de objetos ao campo, manifestações de racismo ou homofobia? Ou não somos do mesmo país do STJD? Por que duas realidades (omissão local e ação nacional) diante das mesmas leis?

Carlos Ferreira
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