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Abner Luiz

Ex-atleta de futebol, publicitário, radialista, jornalista, pós-graduado em Marketing pela FGV e jornalista esportivo no Pará há mais de 20 anos. Fez duas coberturas de Copa do Mundo.

Que venha a Série C

Abner Luiz

Remo e Paysandu reforçados, trazendo a esperança de retorno para a Série B. São 19 jogos decisivos que não darão direito a tropeços seguidos. Ganhar dentro de casa será obrigação e apoio do torcedor não faltará. São equipes de massa, que entram como postulantes, sim, à duas vagas. O futebol do Pará precisa voltar a ser protagonista. Remo e Paysandu contam com dois treinadores que já conseguiram acesso na competição.

Faltou completar

O revide nunca justifica um ato errado. Mas a fala da presidente em exercício da FPF sobre a cerimônia de premiação do Parazão deveria ser complementada por ela mesma, com um pedido de desculpas, por ter realizado o campeonato mais esculachado da história do futebol paraense. Um pedido de desculpas público, inclusive aos patrocinadores, pela paralisação, pela lama, por péssimas arbitragens. Aí daria para bater palmas. 

Ô futebol!

Se o Paysandu faz o quarto gol, todos os craques e o treinador eram perfeitos. Diretoria, então, uma maravilha. Se o Remo perde o título, seria time frouxo e o Bonamigo teria que ir embora no outro dia. Mas é disso que vive o futebol, na terra que Remo e Paysandu são tratados só com paixão e não profissionalismo. Enquanto Remo e Paysandu se apequenarem em rivalidades fora do campo de jogo, jamais crescerão no cenário nacional. 

Apito final

A “sofrida” imprensa do Pará clama pela reabertura do Mangueirão. Cobrir Re-Pa exposto aos maus torcedores e dirigentes amadores é uma tortura muito grande. 

O lance que o Claus expulsou o Marcão, foi falta antes do atacante azulino, que empurra as costas do lateral bicolor e depois chuta a bola em direção ao adversário. Marcão foi tolo.

O gol perdido pelo Dioguinho, que daria o título ao Paysandu, foi oriundo de um não impedimento marcado pela ajudante número 2. Daria uma confusão enorme se a bola entra. 

Surreal o que ocorre com o Ricardinho, meia bicolor. O cara consegue só jogar minutos mesmo. E como o Paysandu morre fisicamente no segundo tempo dos jogos. Incrível! 

Marlon, zagueiro do Remo, para o colunista, foi o craque do Campeonato Paraense. Exemplo dentro e fora de campo. Figura fácil na Série C pelo Remo. E o melhor, é paraense mesmo.

Abner Luiz
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