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Secretaria Municipal de Educação instaura sindicância para apurar caso de violência em Castanhal

Caso envolve estudante da rede municipal e segue sob investigação com acompanhamento de órgãos competentes

Patrícia Baía

Um caso de violência envolvendo um aluno da rede municipal de Castanhal mobiliza autoridades, familiares e o poder legislativo. A Secretaria Municipal de Educação (SEMED) instaurou sindicância para investigar o episódio. O caso teria ocorrido no começo dessa semana, na Escola Municipal Prof.ª Emília Gimennez e já mobiliza autoridades e familiares. A investigação tem prazo de 30 dias para conclusão.

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A SEMED se pronunciou por meio de nota oficial confirmando a ocorrência, mas sem detalhar a gravidade do caso. A secretaria informou que acompanha a situação “com máxima seriedade” e que, desde o conhecimento dos fatos, foram adotadas todas as medidas cabíveis, em articulação com a gestão da unidade escolar e os órgãos competentes, para garantir o acolhimento do estudante e a devida apuração.

A secretaria destacou ainda que o caso segue sob acompanhamento rigoroso, em conformidade com a legislação vigente e os protocolos de proteção. Por respeito à vítima e à família, e para preservar o andamento das investigações, não serão divulgadas informações adicionais neste momento.

O caso também repercutiu na Câmara Municipal. Durante sessão, a vereadora Professora Cláudia Seabra se manifestou, ressaltando a necessidade de responsabilidade diante da gravidade da situação e destacando a importância de um ambiente escolar seguro e inclusivo.

“Recebo essa situação com profunda preocupação e sensibilidade. A escola precisa ser um espaço de proteção, acolhimento e respeito, onde todas as crianças, especialmente as mais vulneráveis, se sintam seguras e incluídas. Defendo que o caso seja apurado com seriedade e responsabilidade, garantindo a proteção do aluno e a adoção de medidas para que situações como essa não voltem a acontecer”, afirmou.

A vereadora também ressaltou seu compromisso com a causa: “Como vereadora, presidente da Comissão de Educação e, principalmente, como mãe atípica, me coloco ainda mais comprometida. Sei, de perto, os desafios enfrentados por tantas famílias e reforço a necessidade de uma educação verdadeiramente inclusiva, preparada e humana.”

 

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