Metade dos foliões brasileiros já teve o celular furtado no Carnaval, mostra pesquisa
Paraenses utilizam o aparelho para tirar fotos e gravar vídeos, e para realizar pagamentos via Pix
No contexto do Carnaval moderno, o smartphone deixou de ser um mero acessório para se tornar o centro operacional da folia, atuando como o elo indispensável entre a experiência física e a conectividade global. Ele funciona simultaneamente como um guia logístico através de aplicativos de geolocalização e agendas de blocos, uma ferramenta de segurança e economia por meio de pagamentos por aproximação e, principalmente, como o suporte para a construção de narrativas em tempo real. Por meio das câmeras e redes sociais, o folião transmutou-se em produtor de conteúdo, garantindo que a energia da avenida reverbere instantaneamente para audiências mundiais, o que impulsiona o marketing das agremiações e democratiza o acesso à festa através das transmissões ao vivo e registros coletivos.
Um levantamento exclusivo da plataforma TIM Ads, realizado com 15,7 mil clientes da operadora, revela que 47% dos respondentes já tiveram o celular furtado durante a folia. E mais: 20% desse grupo ainda afirmam ter vivido a situação mais de uma vez. Os números reforçam que, nessa época do ano, o smartphone segue entre os itens mais cobiçados por criminosos.
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O Carnaval também aumenta as chances de perda de aparelhos e de danos causados por quedas e pequenos impactos, situações comuns em ambientes cheios, como blocos de rua, festas e shows. Somado aos registros de furtos e roubos, o cenário exige atenção redobrada. Para minimizar esses riscos, medidas simples de prevenção, como o uso de doleiras e bolsos internos, ajudam bastante, assim como a contratação de seguros para dispositivos móveis, garantindo mais tranquilidade para curtir a folia.
No Pará, entre os entrevistados que gostam de aproveitar a folia, 21% utilizam o aparelho para tirar fotos e gravar vídeos, e 16% para realizar pagamentos via Pix. Já 26% das pessoas que responderam à pesquisa pretendem ficar em casa; 15% dizem que vão assistir aos blocos e escolas de samba pela televisão e 15% revelam que vão participar de blocos carnavalescos.
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