Aline Dias, mãe de Alane Dias, assina fantasia com material reciclado para desfile da musa
Parceria artística com sua mãe e stylist, levaram para o Carnaval 2026 diversos looks sustentáveis
Após uma temporada de ensaios marcada por figurinos sustentáveis para os ensaios da Grande Rio, a paraense Alane Dias levou o conceito de reaproveitamento para a Sapucaí como musa da agremiação. No desfile desta terça-feira (17), a paraense utilizou 50 garrafas PET para compor as franjas das costas e dos braços de sua fantasia, buscando transmitir uma mensagem sobre consciência ambiental.
O figurino foi idealizado em conjunto pela paraense, pela escola e por Aline Dias, mãe da ex-BBB. Stylist e integrante da equipe de Alane, Aline 'colocou a mão na massa' na confecção das franjas. As duas atuam juntas na produção de diversas peças da bailarina, incluindo os looks dos ensaios da Grande Rio, sempre unindo sustentabilidade a um propósito de militância.
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O look foi composto por tiras recicladas de garrafas PET, aplicadas nas mangas e no costeiro, reforçando a proposta sustentável que a artista incorporou ao longo do carnaval 2026. O material foi desenvolvido exclusivamente para a fantasia, consolidando a reciclagem como parte central da sua narrativa estética neste Carnaval.
No Instagram, Aline mostrou uma parte do processo de confecção do look. "Arte & Amor com as mãos. Sim, mangas de garrafa pet em tiras pintadas com tinta de vitral. Styling para Alane. Obrigada Grande Rio por permitirem mantermos o conceito da nossa musa", escreveu Aline em uma postagem que mostra o processo criativo e a confecção de parte da pela usada pela filha na Sapucaí.
Durante a temporada de ensaios para o Carnaval 2026, Alane Dias levou para a quadra da Grande Rio o conceito de "militância ecológica", a paraense abriu mão do luxo convencional para provar que a sustentabilidade pode ser glamourosa. A parceria artística com sua mãe apresentou uma série de figurinos icônicos feitos inteiramente de materiais reaproveitados, como grampos de cabelo, fita métrica, zíper, cola quente, lacres plásticos, ligas de cabelo, dentre outros.
Com o enredo “A Nação do Mangue”, a Grande Rio celebrou o movimento Manguebeat, levando para a Avenida a efervescência da cena pernambucana dos anos 1990. A escola homenageou Chico Science e exaltou a fusão de maracatu, rock e hip-hop, além da forte crítica social e ambiental que marcou o movimento.
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