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Respondendo pelo estupro de alunas de 10 anos, professor pede cela especial

As violências foram de tirar as roupas das meninas, obrigar o menino a lhe fazer sexo oral e até ejacular nas crianças, além da penetração em duas meninas

Com informações do portal Campo Grande News

Após ser condenado a cumprir 12 anos de prisão pelos estupros a alunas de 10 anos, um professor de história pediu à Justiça para que cumprisse pena em cela especial. O pedido foi negado, conforme publicado no Diário Oficial da Justiça desta terça-feira (4).

O processo destaca que uma das vítimas cometeu suicídio em 2016, seis anos após os abusos.

Em 2010, as crianças eram alunas do homem e o primo de uma delas. Elas passaram a frequentar a casa do réu, em Bandeirantes (MS), porque a mãe de uma das vítimas namorava o pai do professor.

Em uma das ocasiões, “enquanto as três crianças brincavam em uma casa de madeira ao lado da residência do acusado, este adentrou ao local, dizendo-lhes que ‘tinha uma coisa nova’ para lhes mostrar e perguntado a uma das meninas se ela ‘já tinha visto um pênis’”, relata o processo.

As violências foram de tirar as roupas das meninas, obrigar o menino a lhe fazer sexo oral e até ejacular nas crianças, além da penetração em duas meninas.

O professor também foi pego com material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes.

O estuprador foi preso em flagrante em 2014. “Em junho de 2014, em cumprimento ao mandado de busca e apreensão domiciliar expedido por esse juízo, foi possível apreender, na residência do denunciado, diversas mídias digitais e um notebook de propriedade do acusado, nas quais este armazenava fotografias e vídeos contendo cenas de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes”, diz o processo.

O homem chegou a ser condenado, em março de 2019, a 45 anos e 10 meses de prisão. Mas, com direito a recorrer em liberdade, o professor conseguiu o recálculo da pena e foi até o Supremo Tribunal Federal (STF) para se livrar da punição. A possibilidade de recursos foi esgotada no segundo semestre do ano passado.

Por ter diploma de Ensino Superior, ele pediu a Justiça estadual que autorizasse sua prisão em cela especial, mas o pedido foi negado.

Os nomes das vítimas e condenado não foram divulgados, porque o processo tramitou em sigilo

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