Julgamento da ex-deputada Flordelis entra no segundo dia com depoimento de testemunhas

Além dela, também estão sendo julgados os filhos adotivos da ex-parlamentar, André Luiz e Marzy Teixeira, a filha biológica Simone dos Santos e a neta Rayane dos Santos

O Liberal
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O julgamento da ex-deputada federal Flordelis e de outros quatro réus – todos acusados de envolvimento no assassinato do pastor Anderson do Carmo - será retomado nesta terça com o depoimento de testemunhas de acusação. A expectativa é de que nove pessoas convocadas pelo Ministério Público sejam ouvidas. Ao todo, 12 testemunhas haviam sido chamadas, mas três já prestaram depoimento nesta segunda-feira (7), primeiro dia de julgamento.

As testemunhas aguardas para esta terça são:

  • Alexsander Mendes – filho afetivo de Flordelis;
  • Daiane Freires - filha afetiva de Flordelis;
  • Daniel dos Santos de Souza - filho de Flordelis e Anderson;
  • Erica dos Santos de Souza - filha adotiva de Flordelis e Anderson;
  • Luana Pimenta - nora de Flordelis;
  • Raquel Silva - neta de Flordelis;
  • Rebeca Silva - neta de Flordelis;
  • Roberta dos Santos - filha adotiva de Flordelis e Anderson
  • Wagner Andrade Pimenta - filho afetivo de Flordelis;
  • Alexsander Mendes – filho afetivo de Flordelis;
  • Daiane Freires - filha afetiva de Flordelis;
  • Daniel dos Santos de Souza - filho de Flordelis e Anderson;
  • Erica dos Santos de Souza - filha adotiva de Flordelis e Anderson;
  • Luana Pimenta - nora de Flordelis;
  • Raquel Silva - neta de Flordelis;
  • Rebeca Silva - neta de Flordelis;
  • Roberta dos Santos - filha adotiva de Flordelis e Anderson
  • Wagner Andrade Pimenta - filho afetivo de Flordelis;

Anderson do Carmo foi morto no dia 16 de junho de 2019, executado a tiros na residência da família, no bairro de Pendotiba, em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. Flordelis é apontada como mandante do crime.

O julgamento está ocorrendo no Fórum de Niterói, na Região Metropolitana do Rio de Janeiro. Além dela, também estão sendo julgados pelo crime a filha biológica da ex-deputada Simone dos Santos, a neta Rayane dos Santos e os filhos adotivos André Luiz e Marzy Teixeira.

Nesta segunda-feira, durante mais de 11 horas, foram ouvidas quatro testemunhas – uma delas chamada de última hora: Mariana Jasper, diretora da série documental “Flordelis: questiona ou adora”. Ela foi citada em um depoimento e acabou sendo convocada diretamente do plenário para esclarecer a situação.

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A ex-deputada chorou muito quando viu parentes na plateia do júri.

Uma das testemunhas, o delegado Allan Duarte Lacerda, que concluiu as investigações sobre o crime, narrou algumas supostas tentativas de envenenamento malsucedidas e que teriam sido promovidas por Marzy Teixeira, filha adotiva de Flordelis. Segundo ele, houve ainda uma tentativa de contratação de pistoleiros para executar o pastor.

Outra testemunha, Regiane Ramos Cupti, ex-patroa de Lucas César dos Santos, um dos filhos adotivos de Flordelis também envolvido no crime e já julgado, contou que tinha pena do jovem porque eles sempre andava sujo e maltrapilho, e que após contratá-lo para trabalhar em sua oficina, começou a saber o que acontecia na casa da ex-deputada federal.

Segundo ela, os filhos preferidos, os “privilegiados”, tinham roupas, comida e não trabalhavam na casa da ex-parlamentar, e os “escravos”, que trabalhavam, não tinha acesso à comida ou receciam refeição de uma de qualidade inferior e eram maltratados por Flordelis. Lucas pertenceria a esse segundo grupo e, segundo relato de Regiane, começou a ser procurado por Flordelis e mais bem tratado para “matar o pastor ou arrumar alguém para matar”.

Regiane afirmou ainda que sofreu uma tentativa de atropelamento feita por uma das netas de Flordelis, e que a diretora Mariana Jasper estava no local presenciando tudo.

A previsão é que o julgamento tenha ainda um terceiro dia para a oitiva das testemunhas de defesa e dos cinco réus. Além disso, os sete jurados: quatro homens e três mulheres - escolhidos por sorteio -, deverão usar tempo para deliberar e chegar a um consenso sobre a sentença dos julgados.

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