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Denúncia sobre mercado paralelo de sexo na Papuda será apurado pelo Ministério dos Direitos Humanos

Mulheres, familiares de custodiados, estariam sendo coagidas a fazer sexo com presos

O Liberal

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) demonstrou indignação com as suspeitas veiculadas via imprensa de que mulheres, familiares de custodiados, no Complexo Penitenciário da Papuda, estariam sendo coagidas a manter relações sexuais com outros presos, em razão de dívidas e ameaças contra seus maridos, irmãos e filhos no ambiente do cárcere.

Para o órgão federal, “a notícia demonstra, mais uma vez, que a violência contra a mulher deve ser combatida nos mais diversos espaços”, apontou o Ministério.

As relações ocorrem nas celas dedicadas às visitas íntimas ou até mesmo nos banheiros do pátio, segundo afirmam policiais penais.

“Para ter acesso ao chamado ‘parlatório’ (local onde ocorre a visita íntima), os internos precisam comprovar que têm relacionamento estável ou são casados. Esse controle acaba inibindo alguns encarcerados, que preferem transar dentro dos banheiros, pois sabem que, em regra, não podemos entrar”, contou um trabalhador do local.

O ministério designou equipe formada pela Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres (SNPM), pela Secretaria Nacional de Proteção Global (SNPG) e pela Ouvidoria Nacional de Direitos Humanos (ONDH) para acompanhar os fatos e reforçar ações de enfrentamento às violações e amparo às vítimas.

Vão apoiar as apurações, ainda, o Ministério Público, o Governo do Distrito Federal, a Direção da Unidade Penitenciária, o Tribunal de Justiça, o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), a Defensoria Pública e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

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