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'Dark Horse', filme sobre Bolsonaro, tem final revelado após vazamento; confira

Suposto roteiro que circula nas redes sociais descreve Jair Bolsonaro como alvo de uma conspiração e termina com sentença de 43 anos de prisão

Hannah Franco

O filme “Dark Horse” (“O Azarão”, em português), inspirado na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro, voltou ao centro do debate após trechos de um suposto roteiro passarem a circular nas redes sociais. A produção internacional está em fase de pós-produção e tem estreia prevista para 11 de setembro de 2026.

Segundo o material divulgado, o longa apresenta Bolsonaro como um “vencedor improvável” e acompanha sua trajetória política, desde o período como deputado federal até a eleição presidencial de 2018.

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De acordo com o roteiro atribuído à produção, a trama tem como ponto de partida o atentado a faca sofrido por Bolsonaro em setembro de 2018, em Juiz de Fora (MG). O episódio é retratado como parte de uma conspiração articulada por personagens fictícios, entre eles Paulo Pontes, conhecido como “Cicatriz”, apresentado como principal antagonista da história.

O trecho que mais chamou atenção é o desfecho do filme. Na cena final, um grupo de conspiradores se reúne enquanto a posse presidencial de Bolsonaro é exibida na televisão.

Em seguida, a TV é desligada e surge um epílogo. Segundo o texto que circula na internet, o encerramento informa que Bolsonaro perde a reeleição em 2022, questiona o resultado das urnas e, posteriormente, é condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 43 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.

“Em 2022, Bolsonaro perde a reeleição por um ponto e meio. Acusações de manipulação eleitoral e fraude se alastram. Manifestações ocorrem por todo o Brasil, em sua maioria pacíficas. Mas muitos são presos. Em 2025, Bolsonaro é acusado de tentativa de golpe, condenado e sentenciado a 43 anos de prisão pelo Supremo Tribunal Federal. Fim”, diz o epílogo.

O longa foi filmado em inglês, estratégia adotada para alcançar o público internacional. O roteiro é assinado pelo deputado federal Mário Frias, e a direção é de Cyrus Nowrasteh. Bolsonaro será interpretado pelo ator Jim Caviezel, conhecido por protagonizar o filme A Paixão de Cristo.

Além de integrantes da família Bolsonaro, o roteiro inclui personagens criados para a narrativa, como uma jornalista que investiga o atentado e integrantes da campanha retratados como aliados e traidores.