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Carta psicografada de Marcos Matsunaga traz recado surpreendente para Elize; leia

Suposta carta psicografada atribuída a Marcos Matsunaga relata os momentos após sua morte e revela pedido a Deus direcionado a Elize Matsunaga

Hannah Franco

Uma suposta carta psicografada atribuída a Marcos Matsunaga voltou a repercutir na internet ao trazer uma mensagem sobre perdão e um desejo direcionado à ex-esposa, Elize Matsunaga. O empresário morreu em 19 de maio de 2012, aos 42 anos, em São Paulo, após ser assassinado dentro do apartamento onde morava.

O caso ganhou repercussão nacional pela brutalidade do crime. Elize Matsunaga foi condenada a mais de 16 anos de prisão por matar e esquartejar o marido. Anos depois, o nome do empresário voltou a circular por conta de uma suposta carta psicografada, divulgada em um canal espiritualista no YouTube, na qual ele descreve os primeiros momentos após a morte e revela que pediu a Deus pela recuperação espiritual da ex-esposa.

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O que diz a carta psicografada de Marcos Matsunaga?

Na mensagem atribuída a Marcos Matsunaga, o empresário inicia relatando o choque de perceber que sua vida havia sido interrompida de forma repentina. “Jamais pensei que a minha partida da Terra seria daquela forma. Não foi uma doença, não foi o tempo natural do meu corpo. Foi a interrupção abrupta de uma existência, por mãos conhecidas, que me lançou fora da vida em segundos.”

A carta também descreve o instante em que ele teria se visto fora do corpo. “No instante em que tudo aconteceu, o disparo, o silêncio repentino, eu me vi fora do meu corpo. Não senti dor. Foi como um desligamento seco, sem despedidas.”

Segundo o suposto relato, um dos momentos mais marcantes foi observar a cena e se deparar com a esposa logo após o crime. “Me vi parado, olhando para mim mesmo estendido no chão e diante de mim ela, a mulher com quem compartilhei sonhos. Não senti ódio. Também não era perdão. Era incredulidade.”

O conteúdo segue com uma profunda reflexão sobre o processo de compreensão espiritual. “Um dia, em oração silenciosa, observei minha trajetória, meus erros e a forma como me distanciei emocionalmente. Isso não justificava o crime, mas me ajudou a compreender.”

Um dos trechos que mais chamou atenção foi a mensagem direcionada a Elize Matsunaga. “Pedi a Deus que ela um dia também se encontrasse e entendi que minha filha precisaria de amor, mesmo que eu já não estivesse presente.”

A carta é encerrada com uma reflexão sobre o perdão. “Não guardo mágoa. Perdoar não significa esquecer, nem justificar. Foi a única forma de não carregar comigo a sombra dela. O perdão não liberta apenas o outro, mas cura a nossa própria alma.”