A declaração foi feita nesta quarta-feira, 29, durante a sabatina do advogado-geral da União, Jorge Messias, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado
Messias também afirmou que a Constituição "só permite uma atividade ao magistrado, que é o magistério" e que não entrou no serviço público com o objetivo de enriquecer.
Para ser confirmado ministro do STF, o nome indicado pelo presidente da República precisa ser aprovado na sabatina da CCJ e, posteriormente, no plenário do Senado
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