Para os ministros do Plenário do Tribunal de Honra, Luís Eduardo Ferreira de Mello "afrontou os princípios da ética militar, o pundonor e o decoro da classe"
De acordo com o Ministério Público do Maranhão, a relação de trabalho terminou em violência, após a empresária acusar a jovem de furtar um anel, esquecido pela própria patroa num cesto de roupa de suja
Os agressores ameaçaram também dopar a vítima para transportá-la ocultada em um veículo até um sítio, onde iriam executá-la, segundo o Ministério Público
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