Ambos foram condenados pelos crimes de invasão de dispositivo informático e falsidade ideológica, após a inserção de documentos fraudulentos nos sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) - entre eles, um falso mandado de prisão contra o próprio Moraes.
As prisões foram realizadas a partir da operação “Papel Fantasma”, deflagrada nesta terça-feira (08), pela Diretoria Estadual de Combate a Crimes Cibernéticos da Polícia Civil do Pará (DECC)
Uma das novidades: tipificações de crimes inseridos, como perturbação da tranquilidade, invasão de dispositivo informático, estelionato, falsa identidade e falso alarme
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