Segundo Alex Carvalho, o país deveria priorizar o combate à informalidade, à pirataria e às atividades ilícitas, em vez de avançar em mudanças que ampliem os custos e encargos sobre empresas que geram empregos com carteira assinada
Redução da população jovem e envelhecimento impactam o mercado de trabalho brasileiro. No Pará, juventude ainda é maioria, mas sofre com subutilização, informalidade e baixos rendimentos
Mais da metade da população ocupada no estado trabalha sem carteira assinada ou CNPJ, segundo dados do IBGE. DIEESE aponta também alta no desemprego no 1º trimestre de 2025
Região Norte registra aumento na ocupação de jovens, mas mais de 60% ainda trabalham na informalidade. No Pará, experiência prática e empreendedorismo são tendências entre estudantes.
Mesmo com a regulamentação da profissão, 90% das trabalhadoras domésticas no Pará seguem na informalidade; relatos de desrespeito, sobrecarga e desigualdade ainda marcam o cotidiano da categoria.
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