Teerã ainda exige garantias dos Estados Unidos para qualquer entendimento firmado e teme que pressões de Israel sobre o presidente Donald Trump possam levá-lo a recuar de um eventual acordo
As falas ocorrem um dia após o chefe do Estado-Maior das Forças de Defesa de Israel (IDF), Eyal Zamir, declarar que o país está pronto para retomar os combates "se necessário", da Cisjordânia até Teerã
Segundo Netanyahu, se um acordo for alcançado, essa seria "a melhor maneira" de retirar o urânio enriquecido do Irã. "Você entra e retira isso urânio", disse ele
Ele mencionou a possibilidade de modificar o regime jurídico do Estreito de Ormuz com base "no direito internacional" ou, se necessário, "na legislação nacional"
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