A revisão criminal é assinada pelos advogados Marcelo Bessa e Thiago Lôbo Fleury, ex-assessor do ministro Luiz Fux no Supremo. Fux votou pela absolvição de Bolsonaro.
Ele mencionou a possibilidade de modificar o regime jurídico do Estreito de Ormuz com base "no direito internacional" ou, se necessário, "na legislação nacional"
Segundo o presidente do colegiado, Renan Calheiros (MDB-AL), só poderão ler os documentos os senadores titulares da comissão e um assessor de cada parlamentar
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