Pai de Isabel Veloso reage após ex-genro assumir namoro: 'Como se tudo pudesse ser substituído'
O influenciador Lucas Borba assumiu um novo relacionamento depois de 4 meses da morte de Isabel Veloso
Desde que o influenciador digital Lucas Borba assumiu um novo relacionamento, apenas quatro meses após a morte da ex-esposa, Isabel Veloso, ele vem sendo alvo de críticas nas mídias sociais. Na manhã desta quinta-feira (16), foi a vez do pai de Isabel, Joelson Veloso, se pronunciar sobre o caso e defender a filha após a repercussão da notícia que o influencer decidiu compartilhar com os seus seguidores no Instagram.
“A sua falta dói todos os dias. Não é algo que passa… Ensinou a amar de verdade, o que é lutar mesmo na dor, ser forte quando tudo parece impossível. Hoje o mundo segue… as pessoas seguem… como se tudo pudesse ser substituído. Mas quem viveu o seu amor sabe: você não se substitui. Você se eterniza”, escreveu Joelson Veloso em uma publicação que fez em seu perfil pessoal do Instagram.
Além de deixar implícito que a filha foi uma mulher insubstituível, Joelson aproveitou o momento também para afirmar que o amor que Isabel sentia por todos sempre foi verdadeiro. "Seu amor foi verdadeiro, foi intenso, foi único. Com saudade, com respeito e com amor… você continua em nós, minha Princesa. Tenho orgulho de ser chamado de pai… e isso o tempo, a saudade e nada nesse mundo apagam", complementou.
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Pronunciamento de Lucas Borba
Após receber muitas críticas na internet, o influenciador Lucas Borba se pronunciou sobre as acusações, dizendo que ele esteve ao lado de Isabel Veloso o tempo todo até o momento de sua partida. Depois do pronunciamento, algumas pessoas ainda resgataram um vídeo em que ele estava em um podcast e afirmava que "não acharia outra" e que "tinha os seus princípios como homem, como um servo de Deus".
Em seus stories, Lucas se pronunciou sobre as críticas após o anúncio. “Muita gente está me julgando porque se passaram 4 meses. Mas desde quando o amor de alguém se mede por um cronômetro? Desde quando existe um prazo universal para o luto? (...) Eu vivi a dor da perda antes mesmo do último adeus. Vivi o medo, a impotência, o sofrimento, as noites sem dormir e a dor de ver quem eu amava lutar todos os dias”, disse.
(Victoria Rodrigues, estagiária de Jornalismo, sob supervisão de Vanessa Pinheiro, editora web em Oliberal.com)
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