Livro dos recordes nega título a homem que queria ser o mais corno do mundo
Influenciador diz que pedido foi recusado por não se enquadrar nas regras da organização
O influenciador Vagner Macedo, de 42 anos, teve negado pelo Guinness World Records um pedido de registro considerado incomum. Ele solicitou o reconhecimento de um título relacionado ao maior número de relações extraconjugais consentidas dentro de um relacionamento.
O pedido foi feito recentemente por meio da plataforma oficial da organização. Vagner mantém um relacionamento com Bella Mantovani, de 40 anos, e afirmou que a proposta tinha como base a dinâmica vivida pelo casal ao longo de quase duas décadas.
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“A ideia era transformar em registro algo que já faz parte da nossa realidade há anos. Eu sabia que era um pedido diferente, mas quis tentar”, relatou.
Segundo o influenciador, o Guinness World Records respondeu por e-mail informando que a categoria proposta não é apropriada para a marca e, por isso, não poderia ser reconhecida como recorde oficial.
A organização também destacou que não possui qualquer associação com a atividade descrita e que não realiza monitoramento ou validação desse tipo de proposta.
De acordo com Vagner, a negativa foi definitiva. “Eles analisaram e deixaram claro que não é um tipo de recorde que eles aceitam. Foi uma negativa objetiva”, afirmou.
O influenciador explicou que a tentativa de registro estava ligada a um projeto pessoal, que já vinha sendo compartilhado nas redes sociais. A intenção, segundo ele, era oficializar algo que já fazia parte da rotina do casal.
A repercussão do caso, de acordo com Vagner, também evidencia a forma como diferentes modelos de relacionamento ainda são vistos pela sociedade.
Apesar da recusa, Vagner afirma que o resultado não altera a dinâmica do relacionamento. “O relacionamento continua do mesmo jeito. Isso nunca foi sobre aprovação externa”, disse.
Ele também avaliou que o episódio mostra como o tema ainda gera debate. “Mesmo quando é consensual, ainda é tratado como algo fora do normal. Isso mostra que o assunto ainda é um tabu”, concluiu.
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