Estrela de doramas românticos é encontrada morta aos 33 anos; saiba quem era o ator
A notícia causou forte comoção entre fãs de doramas e admiradores do ator nas redes sociais.
O ator e modelo chinês Jin Ze, conhecido por protagonizar doramas românticos de sucesso na China, morreu aos 33 anos. A informação foi confirmada pela agência Shengshi Guangnian Culture Co., Ltd., responsável pela carreira do artista. Até o momento, a causa da morte não foi divulgada oficialmente.
Segundo informações divulgadas pela imprensa local, Jin Ze foi encontrado sem vida dentro de casa, na cidade de Hangzhou, na última quinta-feira (4). A notícia causou forte comoção entre fãs de doramas e admiradores do ator nas redes sociais.
Em comunicado, a agência lamentou a morte do artista e destacou a trajetória dele no entretenimento asiático. “Perdemos um jovem ator e modelo de destaque”, afirmou a empresa, que também pediu respeito à privacidade da família durante o período de luto.
Carreira
Nascido como Zhang Jiawei, em 1993, na província de Shandong, na China, Jin Ze iniciou a carreira no universo da moda após concluir os estudos no Instituto de Tecnologia da Moda de Pequim. O sucesso como modelo abriu portas para a televisão, onde ganhou notoriedade em produções voltadas ao público jovem.
Ao longo da carreira, o ator participou de diversos dramas românticos e microdramas populares no mercado asiático. Entre os trabalhos mais conhecidos estão “Dangerous Love”, “Princesa Substituta” e “101 Marriages”, produções que ajudaram a consolidar o nome dele entre os fãs do gênero.
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Repercussão
A morte precoce do artista gerou uma onda de homenagens nas redes sociais, especialmente entre admiradores de doramas chineses. Internautas compartilharam cenas marcantes dos personagens interpretados por Jin Ze e lamentaram a partida do ator. A agência responsável pela carreira do artista também fez um apelo para que fãs evitem espalhar rumores ou informações não confirmadas sobre as circunstâncias da morte.
(*Gabrielle Borges, estagiária de jornalismo sob supervisão de Felipe Saraiva, editor web de OLiberal.com)
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