Regulamentação do transporte por aplicativo será debatida por vereadores de Belém

Motoristas reclamam de pontos como o tempo máximo de sete anos para o veículo

Keila Ferreira/Redação Integrada de O Liberal

Após a manifestação de motoristas de aplicativos de Belém contra alguns pontos de um decreto que prevê a regulamentação da atividade na cidade, previsto para entrar em vigor a partir da segunda-feira 7, vereadores da Câmara Municipal aprovaram a realização de sessão especial para debater o tema. “Precisamos abrir esse debate e buscar soluções para os impasses, até porque estamos falando de cerca de 600 mil pessoas que direta e indiretamente são atendidas pelo transporte de aplicativos e deixar claro que esses profissionais não são contra a regulamentação, mas querem que a Prefeitura ,via Semob, se disponha a atender algumas demandas em benefício da categoria”, explicou o vereador Toré Lima, autor do requerimento que solicitou a sessão e que foi aprovado nesta quarta-feira (02).

Condutores e representantes do Sindicato de Motoristas de Aplicativos de Belém estiveram presentes na sessão ordinária dessa quarta-feira (2), na Câmara. A data da sessão especial ainda não foi definida. Para Toré Lima, é preciso a conciliação do regulamento do transporte por aplicativo com os interesses dos motoristas que atuam na prestação do serviço. Ele também defendeu que o legislativo municipal deve se posicionar a respeito do assunto, que é de interesse da população.
Na última terça-feira (1), motoristas de plataformas habilitadas a prestar o serviço em Belém -  99 e Uber – realizaram diversas manifestações por Belém, que tiveram São Brás como ponto de concentração. Uma delas saiu do Estádio Mangueirão, na avenida Augusto Montenegro, passando pela avenida Almirante Barroso, que teve duas faixas ocupadas pelos manifestantes. Também teve protesto na avenida Nazaré, esquina com Assis de Vasconcelos. No fim da tarde, pouco depois das 16h, os motoristas fecharam o túnel do Entroncamento no sentido Belém/Ananindeua.
Eles reclamavam de pontos como o tempo máximo de sete anos para o veículo, pois afirmam que em muitas cidades do Brasil esse tempo é de 12 anos; a realização obrigatória de curso presencial e não online; o pagamento da vistoria do carro, entre outros.

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