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'Pelo amor de Deus, acabou a eleição de 2022', dispara Dino sobre atos radicais

O ministro ainda disse que existe um "senso de união patriótica" no Brasil, apesar dos últimos acontecimentos

Elisa Vaz

O ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Flávio Dino, pediu, nesta sexta-feira (13), que apoiadores radicais do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que não aceitam o resultado das urnas "entendam definitivamente" que as eleições de 2022 já acabaram.

"As eleições são periódicas e, por serem periódicas, são finitas. Pelo amor de Deus, acabou a eleição de 2022, entendam difinitivamente isso e se preparem para a próxima. Haverá outra em 2026 e nós, os vencedores de 2022, se perdermos em 2026, vamos respeitar democraticamente o resultado, como respeitamos em 2018", disparou o ministro.

Dino ainda tentou acalmar os ânimos da população, dizendo que, apesar das dificuldades, existe um "senso de união patriótica" no Brasil, que visa ao "interesse nacional". "Nós não queremos o país conflagrado, o presidente Lula deseja um país em paz, mas paz não significa se curvar a uma lógica do 'vale tudo', não significa aceitar a lei do mais forte", disse, durante evento pela manhã.

A intervenção federal, segundo Flávio Dino, não é um ato contra as corporações de segurança do Distrito Federal (DF), mas sim um ato em apoio às corporações de segurança e ao sistema de justiça do DF: "Nós desejamos que essa intervenção seja temporária e mais breve quanto possível".

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