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Alckmin afirma que deixará ministério e que Tebet será candidata ao Senado por SP

Prazo legal de desincompatibilização para eleições de outubro leva Alckmin a deixar pasta. Tebet se filia ao PSB e entra na disputa por SP

Estadão Conteúdo

Geraldo Alckmin, vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), confirmou nesta sexta-feira (27) que deixará o comando da pasta na próxima semana, provavelmente em 2 de abril. A saída visa cumprir o prazo de desincompatibilização para as eleições de outubro.

Alckmin permanecerá como vice-presidente da República, cargo que não exige desincompatibilização para participar do pleito. Ele é cotado para se manter na chapa presidencial com Lula, mas seu nome também é avaliado para a disputa por uma vaga no Senado por São Paulo.

"Cumprindo a legislação, a vice-presidência não tem desincompatibilização (para participar da eleição), mas do ministério tem. A data é 4 de abril, mas dia 3 é sexta-feira santa, então provavelmente dia 2, (sairei do ministério). Aí o presidente define, são os últimos dias e estamos muito felizes", declarou Alckmin a jornalistas, após participar de seminário em São Paulo.

Simone Tebet é Cotada ao Senado por São Paulo

Questionado sobre a possibilidade de disputar as eleições em São Paulo, o vice-presidente afirmou que a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, será a candidata de seu partido ao Senado. Tebet se filiou ao Partido Socialista Brasileiro (PSB) na mesma sexta-feira, em evento que contou com a presença de Alckmin e outros correligionários.

"A cadeira ao Senado está aqui: a ministra Simone Tebet, que hoje vai assinar a ficha no PSB e deverá ser nossa candidata ao Senado Federal. Reúne a experiência de quem foi prefeita, vice-governadora, Senadora da República, ministra da República, e candidata a presidente com espírito público. A gente fica muito feliz", disse Alckmin.