Suspeito de matar vendedora a tiros, ‘Burro Preto’ é preso em Marabá
O principal suspeito de ser o atirador foi detido na manhã desta terça-feira (22)
Bruno Batista Assunção, conhecido como "Burro Preto", foi preso na manhã desta terça-feira (22), menos de 24 horas após a morte de Layane Rodrigues Porto, em Marabá, no sudeste do Pará. Ele é apontado pela Polícia Militar como suspeito de ser o autor dos disparos que mataram a jovem na Folha 21, no núcleo Nova Marabá.
O crime ocorreu por volta das 10h de segunda-feira (21), quando Layane estava em uma oficina aguardando a revisão da motocicleta. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que um homem se aproximou do estabelecimento e efetuou dois disparos contra a cabeça da jovem. Após o ataque, o suspeito deixou o local e fugiu com o auxílio de um motociclista.
A prisão de Bruno ocorreu durante buscas realizadas por equipes da Polícia Militar e da Polícia Civil. Conforme a PM, o suspeito foi localizado em uma área de mata às margens da estrada do Rio Preto, nas proximidades da Vila Tibiriçá.
A ação envolveu equipes do Batalhão de Missões Especiais, do 4º e do 34º Batalhões da Polícia Militar, além da Polícia Civil. A prisão foi realizada por policiais do 34º BPM. Segundo a Polícia Militar, Bruno já havia sido preso anteriormente por suspeita de envolvimento em crimes como tráfico de drogas e roubo.
As circunstâncias do assassinato e a participação de cada um dos suspeitos são investigadas pela Polícia Civil. Bruno foi apresentado à Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) para prestar depoimento e, posteriormente, ficará à disposição da Justiça. “A Polícia Civil informa que o suspeito foi apresentado pela Polícia Militar na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) de Marabá e autuado em flagrante por feminicídio”, comunicou.
Outro suspeito preso
Ainda na segunda-feira (21), horas após o assassinato, Douglas dos Santos Ferreira, ex-namorado de Layane, também foi preso. Ele é investigado pela suspeita de mandar matar a vítima e de ter conduzido a motocicleta utilizada na fuga após os disparos.
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