O número de pessoas buscando por informações e notícias enquanto estava ocorrendo a busca por Lázaro Barbosa fez crescer a quantidade de vídeos de policiais falando sobre o maníaco. No entanto, nem todos esses agentes estavam de fato na perseguição e, supostamente, usaram o caso para ganhar engajamento e seguidores na rede social. As informações são do Metrópoles.
Alguns deles, que criaram esse tipo de vídeo, estão sendo investigados pelos órgãos internos da polícia. No entanto, segundo especialistas em Computação Social e Análise de Redes Sociais, a atitude de compartilhar algumas informações sobre as buscas também ajudavam a reafirmar a importância policial e pessoal na operação.
Porém, do outro lado da moeda, estavam as pessoas que ironizavam a operação para prender o maníaco. Muitos dos vídeos que simulavam como Lázaro agia para se esconder nas buscas são os que possuíam maior relevância. O post com mais engajamento, por exemplo, mostra o maníaco despistando a polícia: um homem aparece fardado, com uma arma de brinquedo ao punho andando procurando o criminoso, enquanto um outro homem, que finge ser Lázaro, aparece em cima de telhados, árvores, a vista do policial, que não o vê.
Os usuários chegaram a criar hashtags em relação ao caso. Vídeos com a #lazaroserial, #lazaroserialkiller e #seriakillerlazaro possuem mais de 44,1 milhões de visualizações. A hashtag #lazarobarbosa foi a de maior engajamento com pelo menos 285,7 milhões de pessoas assistindo a conteúdos com a menção do nome do serial killer.
