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Jovem é morta com tiro no peito em Itaituba e cunhada é principal suspeita

Jovem de 24 anos foi morta na madrugada e suspeitos ainda não foram localizados

Caio Oliveira

Na madrugada do último dia do ano (31), uma jovem de 24 anos foi morta a tiros em Itaituba, sudoeste do Pará. Elly Pimentel foi assassinada por volta de 2h30 da manhã no bairro Santo Antônio. A jovem foi morta com um tiro no peito e a principal suspeita de ter cometido o crime é a cunhada da vítima, que até o momento, se encontra foragida.

Segundo informações da Polícia Civil do município, a Polícia Militar acionou os investigadores de plantão na madrugada após um disparo de arma de fogo ter sido ouvido dentro de uma casa na Rua Trigésima Terceira. Chegando lá, com apoio do 15º Batalhão de Polícia Militar (BPM), os policiais entraram na casa e encontraram o corpo de Elly no chão, já sem vida, com um ferimento de arma de fogo no tórax. 

Segundo relatos colhidos no local, a suspeita é que a jovem tenha sido assassinada pela cunhada, mulher de seu irmão, já que testemunhas contam que viram o homem sair da casa logo após o tiro ser ouvido, junto com a esposa. O corpo foi removido pelo Instituto Médico Legal (IML) e passa por perícia, e a Polícia Civil instaurou inquérito para apurar o crime.

Nas redes sociais, amigos lamentaram a morte de Elly, que era transexual e muito querida na cidade, sendo conhecida por trabalhar há anos como atendente em uma lanchonete. "Há alguns dias atrás celebramos o nosso movimento por igualdade aqui em Itaituba, e foi enfatizado no evento que a nossa cidade nunca havia registrado um caso de homofobia que resultasse em morte. Como pode isso acontecer? Espero que a justiça seja feita", disse um ativista da causa LGBTQI nas redes sociais.

De acordo com conhecidos da vítima, a cunhada - identificada como Diana Portela - e Elly tinham uma rixa antiga, e viviam brigando pois, supostamente, a jovem que foi morta teria agredido o filho da outra mulher, entre outros problemas. Na madrugada, uma nova briga entre as duas terminou com a morte da atendente.

Quando amanheceu, o irmão de Elly foi ouvido em depoimento e disse à polícia que não participou do assassinato, que foi cometido apenas pela sua mulher. Sobre o fato de ter sido visto saindo da casa após o tiro ser ouvido por testemunhas, ele alegou que ficou no local para tentar salvar a irmã, e só saiu quando ela estava morta. Até o momento, a mulher suspeita do crime não foi localizada.

Polícia
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