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Suspeitos de atentado contra guardas municipais são baleados em operação policial no Marajó

"Cara de Doido" e Edinei ficaram feridos. Na segunda-feira, outros dois suspeitos de envolvimento com as mortes foram presos

O Liberal

Dois suspeitos de participação no atentado contra guardas municipais de Portel foram baleados na manhã desta terça-feira (10). A ação da Polícia Militar ocorreu no município do Arquipélago do Marajó.

Os indivíduos, conhecidos como "Cara de Doido" e Edinei, foram feridos e encaminhados ao Hospital Municipal de Portel. O estado de saúde dos suspeitos não foi divulgado.

O reforço na segurança do município foi implementado após o atentado de sábado (7). Equipes da Polícia Civil (PC) e Militar (PM) foram mobilizadas na região.

Operação policial e prisões

Na segunda-feira (9), outros dois suspeitos de envolvimento com as mortes foram presos. Eles foram apresentados na Delegacia de Portel pela equipe do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) da PM.

Um terceiro suspeito morreu durante a operação policial que antecedeu as prisões.

Detalhes do atentado

O município de Portel registrou quatro mortes em atentados na noite do último sábado (7). As vítimas incluíam dois guardas municipais, um professor e um homem com suposto envolvimento no tráfico de drogas.

Um grupo criminoso, que teria fuzis, disparou contra agentes da Guarda Municipal. Os dois guardas que sobreviveram foram transferidos para o Hospital Regional do Marajó, em Breves. O ataque ocorreu por volta das 23h30.

Após esses baleamentos, homens invadiram uma casa e executaram a tiros "Gato Mestre". Ele era apontado como tendo envolvimento com o tráfico de drogas.

Em seguida, os criminosos mataram o professor Dalcides Santana Pinheiro. A motivação para a morte do professor é desconhecida.

O veículo usado pelos criminosos foi abandonado em um quintal na rua Duque de Caxias. O local é conhecido como Portelinha, e o carro foi incendiado.

Denuncie

Quaisquer informações que possam ajudar na solução do caso podem ser encaminhadas ao Disque Denúncia (181). A ligação é gratuita e pode ser feita de qualquer telefone. Também é possível mandar fotos, vídeos, áudios e localização para a atendente virtual Iara, pelo WhatsApp (91) 98115-9181. Em ambos os casos, não é necessário se identificar.