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Suspeito de crimes é morto pela PM na Pratinha II, em Belém

Moisés Freitas Pantoja, conhecido como Killer, teria reagido à abordagem policial e tinha longo histórico de envolvimento com facções e assaltos

O Liberal

Moisés Freitas Pantoja, conhecido pelos vulgos Killer ou KL e suspeito de diversos crimes, foi morto a tiros por policiais militares na tarde desta sexta-feira (09). A ação ocorreu dentro da residência do suspeito, localizada no bairro da Pratinha II, distrito de Bengui, em Belém.

Testemunhas relataram que Moisés Pantoja estava em uma rede com uma mulher grávida na rua Vip quando foi atingido pelos disparos. A Polícia Militar (PM), por sua vez, afirma que o suspeito reagiu à abordagem, resultando em troca de tiros. Uma pistola foi apreendida com o indivíduo, que chegou a ser socorrido pela Polícia Militar para a Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) de Icoaraci, mas não resistiu aos ferimentos.

Histórico criminal de Moisés Freitas Pantoja

Informações do Tribunal de Justiça do Estado (TJ-PA) indicam que Moisés Pantoja respondia por integrar, financiar e promover organização criminosa. Ele também possuía passagens por tráfico de drogas e homicídio. Segundo a Polícia, o suspeito estaria ainda envolvido na morte de policiais, em roubos de carros e em um assalto ocorrido na última semana do ano no próprio bairro da Pratinha.

A ação que resultou na morte de Moisés Pantoja faz parte da Operação Game Over, conforme declarou o coronel Vicente, do 24º Batalhão da Polícia Militar (24º BPM), em entrevista ao repórter Wesley Costa. O coronel descreveu o suspeito como "um indivíduo altamente perigoso, não só na Pratinha, mas na Região Metropolitana de Belém", com envolvimento em "vários crimes".

Moisés Pantoja era um dos suspeitos de um assalto a uma empresa de embarque no bairro da Condor, em Belém, onde o grupo teria roubado aproximadamente R$ 40 mil, utilizando fardas de policiais. Um dos últimos crimes atribuídos a Moisés foi um assalto na avenida Bernardo Sayão, no final de 2025. Na ocasião, outros três criminosos envolvidos no roubo foram localizados e presos, enquanto Moisés foi o único a resistir à prisão.

O coronel complementou, detalhando um dos incidentes: "Um dos crimes ocorreu na avenida Bernardo Sayão no dia 31 de dezembro. Policiais avistaram o veículo, ele não quis parar. Ele saiu do veículo atirando, uma parceira dele foi presa. Três parceiros estão presos, e ele reagiu a prisão." Vicente também afirmou que Moisés comandou ações criminosas nos bairros de Batista Campos, Cremação e Condor.