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Mulher é morta a tiros dentro de estabelecimento comercial em Augusto Corrêa

Suspeito foi preso horas depois ao tentar fugir para Bragança

O Liberal

Uma mulher identificada como Juliana Sousa, de 32 anos, foi morta a tiros no final da tarde desta terça-feira (10), dentro de um estabelecimento comercial no município de Augusto Corrêa, no nordeste do Pará. A motivação do homicídio ainda é desconhecida. Um suspeito, que ainda não teve identificação oficialmente confirmada, foi detido e teria recebido R$ 1 mil para cometer o crime. A Polícia Civil investiga o caso.

De acordo com informações do coronel Prata, da Polícia Militar, o autor dos disparos fugiu logo após o homicídio em uma motocicleta. Guarnições do 3º Batalhão da PM foram acionadas e receberam a informação de que o suspeito estaria seguindo em direção ao município de Bragança.

Durante uma operação de abordagem na rodovia BR-308, os policiais interceptaram uma motocicleta que correspondia à descrição repassada por familiares da vítima. Na verificação, foi constatado que o veículo era roubado, o que reforçou as suspeitas da polícia.

O ocupante da moto foi conduzido de volta para Augusto Corrêa e, segundo a Polícia Militar, teria confessado a autoria do homicídio, além de indicar o local onde teria enterrado a arma de fogo utilizada no crime.

Ainda conforme o relato policial, o suspeito afirmou ter saído de Belém com a finalidade exclusiva de cometer o assassinato e declarou ter recebido R$ 1 mil pela execução, informação que ainda será apurada pela Polícia Civil. Ele também alegou que possuía uma dívida com traficantes e que uma das formas de quitá-la seria com a morte de Juliana, por motivos não detalhados.

Imagens de câmeras de segurança indicam que o autor teria agido sozinho, entrando no estabelecimento, efetuando os disparos contra a vítima, que estava sentada em uma cadeira, e fugindo em seguida. Ele foi preso vestindo roupas semelhantes às descritas pelo pai de Juliana.

O caso está sob investigação da Polícia Civil, que apura a motivação do crime, a eventual participação de terceiros e a veracidade das informações prestadas pelo suspeito.