Remédios ficam mais caros em Belém e pesam no orçamento de pacientes com tratamento contínuo
O aumento no preço dos medicamentos em Belém voltou a pressionar o orçamento de quem depende de tratamento contínuo. Dados do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de abril de 2026 mostram que os produtos farmacêuticos ficaram 1,06% mais caros na capital paraense, contribuindo para que o grupo saúde e cuidados pessoais fosse o segundo que mais impactou a inflação local. Entre os maiores reajustes estão medicamentos neurológicos (3,64%), psicotrópicos e anorexígenos (3,29%) e anti-infecciosos e antibióticos (2,83%). Para aposentados como Raimunda Almeida, que usa oito remédios e gasta mais de R$ 300 por mês com medicamentos pagos, a alta tem exigido cortes e pesquisa por opções mais baratas, sem possibilidade de interromper o tratamento.
Por Fatos do Dia
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