Com acompanhamento adequado, idosos neurodivergentes têm autonomia e qualidade de vida

Atualmente, cerca de 60 alunos participam do programa de envelhecimento da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) Belém, voltado à promoção da autonomia e da qualidade de vida. A professora e psicopedagoga Albéria Vilaça explica que com acompanhamento adequado, idosos neurodivergentes têm autonomia e qualidade de vida. Um exemplo é o caso de Celina Moraes, de 66 anos, que ilustra como o acompanhamento contínuo pode transformar o envelhecimento. Diagnosticada com deficiência intelectual, ela é aluna da Apae Belém há mais de três décadas e hoje vive sozinha, com independência. REPORTAGEM: FERNANDO ASSUNÇÃO (ESPECIAL) IMAGENS: IVAN DUARTE

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