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Varíola dos macacos: Parauapebas tem primeiro caso suspeito notificado em investigação

Ao todo, Estado já confirmou três casos suspeitos de Monkeypox em investigação, incluindo Santarém e Ananindeua; pacientes estão isolados

Camila Guimarães

Parauapebas, na região sudeste do estado, confirmou que já tem o primeiro caso suspeito de varíola dos macacos (monkeypox) em investigação. A informação foi repassada na tarde desta segunda-feira (1º) pela Secretaria de Saúde Pública do Pará (Sespa) em nota onde confirmou que já há três casos suspeitos da doença em investigação no Pará. Os outros casos suspeitos foram notificados nos municípios de Santarém (um caso), e Ananindeua (um caso).

"Os pacientes estão isolados. A Sespa reforça que já fez a orientação para que seja realizada a análise clínica, notificação do caso e encaminhamento das amostras dos pacientes para laboratório. Não há casos confirmados de monkeypox no Pará", disse o comunicado da secretaria de saúde.

O paciente de Parauapebas, de acordo com informações da prefeitura, é um adolescente de 15 anos de idade, do sexo masculino, que deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município na última quinta-feira, 28 de julho. Por apresentar sintomas semelhantes ao da monkeypox, o paciente foi encaminhado para isolamento.

"O município informou e notificou a Secretaria de Estado de Saúde Pública do Pará (Sespa). Foi coletado material para análise e enviado para o Laboratório Central (LACEN), em Belém", conclui a nota. 

Varíola dos macacos: Ananindeua tem primeiro caso suspeito notificado em investigação
Ao todo, Estado já confirmou três casos suspeitos de Monkeypox em investigação, incluindo Santarém e Parauapebas: pacientes estão isolados

Varíola dos macacos: Sespa confirma que Pará tem 3 casos suspeitos da doença
Os casos suspeitos foram notificados em Santarém, Ananindeua e Parauapebas. Pacientes estão isolados

Caso em Belém foi descartado

Esta segunda-feira a Sespa já havia descartado um outro caso suspeito, notificado em Belém. Se tratava de uma paciente que passou um tempo em Zurique, na Suíça, local onde há incidência de casos da doença.

A mulher deu entrada em um hospital particular da Unimed Belém e apresentou todos os sintomas de alerta previstos nas notas técnicas vigentes do Ministério da Saúde e da Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa). A Sespa coletou material para análise e a paciente está no período de isolamento de 21 dias previstos, enquanto se recupera.

Por meio de nota, a Unimed Belém informou que "no último sábado, 30, uma paciente deu entrada no Hospital Unimed Prime com sintomas semelhantes à varíola dos macacos".

"A beneficiária obteve atendimento adequado e todas as autoridades sanitárias foram notificadas sobre o caso suspeito. Após isso, a Sespa realizou a coleta de material para análise. A paciente já recebeu alta médica por apresentar quadro clínico estável", completa o texto.

Varíola dos macacos: Belém tem primeiro caso suspeito notificado
Paciente deu entrada em um hospital particular da capital após passar uma temporada na Suíça. Sespa descartou o caso

Varíola dos macacos: Sespa descarta primeiro caso suspeito notificado em Belém
A Sespa também informou que não foi notificada até o momento sobre um possível caso de Outeiro

Em nota publicada às 16h5 desta segunda-feira, a Sespa informou que o caso suspeito de varíola dos macacos da paciente notificada pela Unimed Belém foi descartado por não atender aos critérios de suspeição da doença.

A secretaria estadual de saúde também descartou em sua nota a possibilidade de outros casos suspeitos em Belém. "Quanto a um possível caso de Outeiro, a Sespa informa que não foi notificada até o momento", pontuou a secretaria.

 

Monitoramento no Pará

Em nota encaminhada na noite de domingo (31) a Sespa já havia informado que atua diretamente com os municípios na capacitação de profissionais de vigilância em saúde com reuniões semanais para que a doença seja diagnosticada com mais facilidade.

A Sespa disse ainda que desde maio deste ano já adota medidas de prevenção e contenção da doença por meio de comunicados de alerta de risco, notas técnicas de orientação para monitoramento e notificação.

"Apesar de portos e aeroportos de fronteiras serem de responsabilidade federal, a Sespa também realiza ações para esses locais. A Sespa esclarece que caso apresente sintomas a pessoa deve procurar a unidade municipal de saúde mais próxima para atendimento.", detalhou a Secretaria

Pará
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