Pará vai receber mais de 8 milhões do Governo Federal para redução da fila do SUS

O estado receberá R$ 8.229.159,15. O recurso corresponde à primeira parcela de três que vai ser antecipado após a entrega do plano a ser enviado pela Sespa

Fabyo Cruz
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O Pará vai receber R$ 8.229.159,15 do governo federal, por meio do Programa Nacional de Redução de Filas, do Ministério da Saúde, elaborado para diminuir as filas do Sistema Único de Saúde (SUS) para cirurgias eletivas, exames complementares e consultas especializadas. A informação consta na portaria regulamentadora publicada no Diário Oficial da União (DOU), na última segunda-feira (6). O recurso corresponde à primeira parcela de três que vai ser antecipado após a entrega do plano a ser enviado pela Secretaria de Estado da Saúde do Pará (Sespa)

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De acordo com o Ministério da Saúde, cada unidade federativa terá que entregar um diagnóstico com a real demanda local por cirurgias, assim como um planejamento para executar o programa de redução das filas, para que seja estipulada a liberação de recursos. Estados e municípios devem apresentar o quantitativo de procedimentos realizados e dimensionar a redução. Os planos estaduais precisam ser enviados em até 30 dias a contar da publicação da portaria.

O Programa Nacional de Redução de Filas terá orçamento inicial de R$ 600 milhões, conforme previsto na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Transição – valores que serão repassados a estados e municípios. A primeira fase do programa vai até junho de 2023. Dos R$ 600 milhões previstos para o ano, R$ 200 milhões serão repassados “imediatamente” para apoio na execução de planos locais que incentivem a organização de mutirões em todo país, de forma a  “desafogar a demanda represada”; e R$ 400 milhões serão repassados a depender da quantidade de cirurgias realizadas, principalmente as abdominais, as ortopédicas e as oftalmológicas.

A ação prevê estratégias para garantir equipes cirúrgicas completas e melhorar o fluxo de atendimento em todo o Brasil. Cada estado poderá estabelecer as cirurgias prioritárias, de acordo com a realidade local, informou o ministério. A segunda fase, entre abril e junho, inclui exames diagnósticos e consultas especializadas, com foco em tratamentos oncológicos.

Entre os objetivos do programa está o de assegurar apoio técnico e financeiro a estados e municípios para responder ao problema crônico das filas de cirurgias eletivas, exames e consultas na atenção especializada. Na avaliação da pasta, essas filas têm crescido em decorrência do envelhecimento da população; do aumento de doenças crônicas não transmissíveis; e, também, devido a sequelas da covid-19.

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