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Aos vencedores, a medalha de ouro!

Conta a lenda que ao chegarem ao Novo Mundo, os espanhóis ouviram falar de uma cidade perdida inteira feita de ouro maciço, o El Dorado. Por esse objetivo, muitos homens ficaram pelo caminho. A primeira vez que se ouviu falar sobre a mítica cidade e seu cacique, um índio coberto de pó de ouro (daí o artigo masculino, El) foi no já distante século XVI. A corrida cega percorreu alguns (!!!) séculos e, oficialmente, a última “expedição” em busca desse local mágico deu-se no começo do século XX. Muitas perdas, inúmeras tentativas e pouquíssimas evidências. Se, por um lado, a procura pelo El Dorado foi em vão, a cidade continua a povoar os sonhos de quem acredita em sua existência. 

Na Idade Média, em especial na Europa, a busca era pelo alquimista, a figura mística que detinha o segredo de transformar qualquer coisa em ouro. Hermes Trimegisto foi o grande responsável por essa notoriedade. Falando no fantástico, é sabido que no fim de um arco-íris, um caldeirão cheio de ouro nos aguarda. No Brasil, a corrida pelo ouro (e sua abundância) encheu de pompa cidades inteiras, revestiu – por mera vaidade – interiores das igrejas.

As descobertas dos sarcófagos egípcios (verdadeiras minas de ouro) causaram espanto e curiosidade ao mundo. O faraó menino, Tutancâmon, foi sepultado em seu leito que tinha, nada menos, 11 quilos do metal dourado. Detalhe: trabalhado, com forma. 

Ao chegar aqui, você já percebeu que o Ouro moveu a humanidade: promoveu buscas nos Estados Unidos, na América Latina, na África. Embora “valor” seja uma qualidade atribuída por nós, seres humanos, o ouro chamou atenção por seu brilho. De commodity, o ouro passou a representar uma condição privilegiada. Aos melhores, o mais nobre dos metais era (e é) o prêmio: o topo do pódio é sinônimo da medalha dourada. Casamentos (ou acordos maritais) são validados pelo ouro... e até a escolha do anelar justifica que o coração precisa estar alinhado à mente, protegido por um halo resistente.

Também é dos bons comportamentos a qualidade dourada. Quantas vezes nossas mães (ou parentes próximos) elogiaram-nos, comparando-nos ao ouro? 

Manhãs douradas são um convite, mas já houve um tempo, bem distante, em que acreditavam que a lua era de ouro (estrelas também, mas em menor quantidade). Os últimos 60 minutos da tarde, aqueles que já quase perecem sob o horizonte, também são chamados de “hora dourada”.

Sabemos que o futuro já se reflete em momentos/objetos de nosso dia-a-dia... e que o ouro está presente em muitos deles: mulheres colocam fio de ouro sob a pele, a Medicina aposta na maleabilidade do ouro para produzir pequenos, quase invisíveis, componentes, essenciais à qualidade de vida. O ouro, definitivamente, reluz.

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