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Trump diz que 'se dá muito bem' com Lula E 'adoraria recebê-lo' na casa Branca

Recentemente, durante visita oficial à Coreia do Sul, Lula abordou a possibilidade de se encontrar com Trump

Estadão Conteúdo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou nesta sexta-feira, 27, o desejo de receber o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, na Casa Branca. A declaração foi feita a repórteres, mas uma data para o encontro ainda não foi detalhada pelo governo americano.

“Bem, eu me dou muito bem com o presidente do Brasil. Adoraria recebê-lo”, afirmou Trump. O republicano também não especificou quais assuntos seriam discutidos entre os dois líderes durante a possível reunião na sede do governo dos EUA.

Recentemente, durante visita oficial à Coreia do Sul, Lula abordou a possibilidade de se encontrar com Trump. O presidente brasileiro sugeriu a data de 16 de março para a visita aos EUA, mas ressaltou que a agenda ainda não estava definida e evitou detalhar os temas do debate.

Pautas e Expectativas para a Reunião

Lula mencionou ter uma pauta de interesse do Brasil, que inclui questões de multilateralismo e democracia, para conversar com Trump. “Agora, ele também tem a pauta dele para mim. Eu só posso aguardar a reunião”, disse o presidente brasileiro a jornalistas em Seul.

Histórico de Contatos e Negociações

A visita de Lula aos EUA foi inicialmente combinada entre os dois líderes por telefone em janeiro, com discussões desde novembro do ano passado. O Palácio do Planalto chegou a indicar o fim de fevereiro como possível período para o encontro, mas a reunião na Casa Branca segue sem data oficial.

Lula e Trump tiveram seu primeiro contato pessoal na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em setembro de 2025. A conversa, que durou menos de um minuto, causou uma boa impressão em Trump. Desde então, eles se encontraram presencialmente mais uma vez, na Malásia, e realizaram três telefonemas.

Bastidores das Relações Brasil-EUA

Enquanto os governos discutem a viagem de Lula aos EUA, o Estadão revelou que o governo Trump teria escolhido Darren Beattie, empresário de mídia e estrategista político, para lidar com o Brasil. Beattie possui elos com a ala radical trumpista e com o bolsonarismo, e foi crítico vocal do governo Lula durante a crise diplomática do ano passado, que gerou sanções e um tarifaço.

 

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