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Lula diz que manutenção de prisão de Thiago Ávila por Israel é injustificável e exige soltura

Thiago Ávila e o ativista espanhol-palestino Saif Abu Keshek foram detidos no último dia 30 por tentarem chegar até a Faixa de Gaza na flotilha "Global Sumud", com ao menos 170 ativistas, com cargas de ajuda humanitária

Estadão Conteúdo

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) reagiu à prorrogação da prisão do ativista brasileiro Thiago Ávila em Israel. Em postagem no X nesta terça-feira, 5, Lula disse que a ação do governo israelense é "injustificável" e que deve ser condenada internacionalmente.

Thiago Ávila e o ativista espanhol-palestino Saif Abu Keshek foram detidos no último dia 30 por tentarem chegar até a Faixa de Gaza na flotilha "Global Sumud", com ao menos 170 ativistas, com cargas de ajuda humanitária. O governo de Benjamin Netanyahu alega que Ávila e Keshek possuem relações com o Hamas, o que é negado pelos governos dos países.

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"Manter a prisão do cidadão brasileiro Thiago Ávila, integrante da flotilha "Global Sumud", é uma ação injustificável do governo de Israel, causa grande preocupação e deve ser condenada por todos. A detenção dos ativistas da flotilha em águas internacionais já havia representado uma séria afronta ao direito internacional. Por isso, nosso governo, juntamente com o da Espanha, que também teve um cidadão detido, exige que eles recebam plena garantia de segurança e sejam imediatamente soltos", disse Lula no X.

O governo israelense disse que Ávila e Keshek seriam levados para Israel para serem interrogados, enquanto os outros ativistas foram liberados na Grécia, após serem detidos. Agora, a justiça israelense diz que a prisão dos dois será prolongada pelo menos até o domingo, 9.

O Ministério das Relações Exteriores (MRE) diz que está trabalhando pela libertação do ativista brasileiro, além de apurar as circunstâncias que levaram à sua prisão em Israel.