Israel divulga vídeo que simula bunker de Ali Khamenei após ataques de EUA e Israel no Irã; veja
Exército israelense afirma que estrutura subterrânea em Teerã foi alvo de bombardeio com cerca de 50 caças; conflito com Irã já dura sete dias
As Forças de Defesa de Israel (IDF) divulgaram um vídeo que simula como seria o bunker subterrâneo do líder supremo do Irã, Ali Khamenei, localizado na capital Teerã. Segundo o exército israelense, o local teria sido alvo de bombardeios durante ataques realizados por Estados Unidos e Israel.
De acordo com a publicação das forças militares israelenses, a estrutura subterrânea se estenderia por diversas ruas no centro da capital iraniana e teria vários acessos e salas internas destinadas à liderança do regime iraniano.
“O bunker subterrâneo se estende por ruas inteiras no coração de Teerã, e inclui diversos pontos de entrada e salas internas para líderes do regime do Irã”, afirma o texto divulgado pelas forças armadas israelenses junto ao vídeo.
Conflito no Oriente Médio entra no sétimo dia
A guerra envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã já dura sete dias. Desde o início do conflito, mais de 1,2 mil pessoas morreram no território iraniano, segundo estimativas divulgadas durante a escalada militar.
O governo iraniano respondeu às ofensivas com ataques contra cidades israelenses e bases militares norte-americanas instaladas em países do Oriente Médio.
Estreito de Ormuz é fechado pelo Irã
Em meio à escalada da crise, a Guarda Revolucionária do Irã anunciou o fechamento do Estreito de Ormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% de todo o petróleo comercializado no mundo.
A organização paramilitar, ligada ao governo iraniano, também ameaçou incendiar embarcações que tentarem atravessar a passagem marítima.
Ataque teria envolvido 50 caças
Horas antes da divulgação da simulação do bunker, as Forças de Defesa de Israel também publicaram imagens que, segundo os militares, mostram o momento do bombardeio contra a estrutura onde estaria o líder iraniano.
De acordo com o exército israelense, a operação foi resultado de um longo processo de coleta de informações e trabalho de inteligência. Cerca de 50 caças da força aérea de Israel teriam participado da ofensiva contra o alvo em Teerã.
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