Hegseth diz que EUA e Israel terão controle do espaço aéreo iraniano em menos de uma semana
O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou nesta quarta-feira (4) que as forças americanas estão ganhando vantagem no conflito contra o Irã e indicou que Washington e Israel devem alcançar controle do espaço aéreo iraniano em breve.
Segundo Hegseth, as operações militares têm causado danos significativos à infraestrutura iraniana. "Estamos devastando estruturas do Irã sob comando do presidente Donald Trump", disse, acrescentando que as forças americanas terão "todo o tempo necessário para garantir nosso sucesso".
O secretário também afirmou que mais tropas estão sendo mobilizadas para apoiar as operações na região. De acordo com ele, o objetivo é consolidar rapidamente a superioridade militar. "EUA e Israel terão controle total do espaço aéreo iraniano em menos de uma semana", declarou.
Hegseth disse ainda que a campanha militar está apenas no início. "Mais ondas de ataque virão. Estamos apenas começando", afirmou, ressaltando que o conflito "nunca foi pensado para ser justo", em referência às capacidades militares iranianas.
Segundo o secretário, mais de 90% das tropas americanas atualmente destacadas no Oriente Médio estão posicionadas fora do alcance das armas iranianas.
Em coletiva conjunta, o general-chefe dos EUA, Dan Caine, afirmou que as forças americanas já estabeleceram superioridade aérea localizada no sul do Irã. "O Comando Central dos EUA (CENTCOM) estabeleceu superioridade aérea ao longo da zona de defesa antiaérea ao sul da costa iraniana. Agora começaremos a expandir para o interior", disse.
Caine disse ainda que houve redução no número de mísseis e drones lançados por Teerã nos últimos dias. Ele acrescentou que o CENTCOM começou a ajustar sua estratégia, passando de planos de ataques em grande escala para operações mais direcionadas e de precisão em resposta a incidentes específicos. "Irã tem sido indiscriminado e impreciso em seus ataques. É uma operação complexa e perigosa que ainda não terminou. O risco continua elevado."
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