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EUA ordena retirada de funcionários de embaixada de Iraque, e China emite alerta sobre Israel

Estadão Conteúdo

O Departamento de Estado dos EUA ordenou a retirada de funcionários não essenciais e suas famílias da Embaixada dos EUA em Bagdá, no Iraque, e no Kuwait, informou um repórter do israelense i24NEWS em publicação no X, nesta sexta-feira, 27. Segundo as informações, um grande número de cidadãos americanos deixou o país pelo Aeroporto Internacional de Bagdá nas últimas 24 horas.

"O embaixador dos EUA em Israel, Mike Huckabee, enviou um e-mail aos funcionários da embaixada dizendo: 'Quem quiser sair, deve fazê-lo hoje'", escreveu na postagem, ao acrescentar que a base aérea de Al-Udeid, no Catar, está completamente vazia.

Em resposta, o porta-voz adjunto principal da pasta, Tommy Pigott, disse que a notícia não era verdadeira, sem fornecer mais detalhes. No site da embaixada americana no Iraque, segue a instrução para que cidadãos não viajem ao país por riscos de terrorismo, sequestros, conflitos armados, agitação civil e a capacidade limitada do governo dos EUA de fornecer serviços de emergência a cidadãos americanos no Iraque, emitida inicialmente em junho de 2025.

A suposta nova ordem americana acontece enquanto a escalada de tensões entre Washington e Teerã avança, com a possibilidade de um ataque dos EUA contra a região. Na quinta, 26, os dois países terminaram mais uma rodada de negociações sobre o programa nuclear iraniano, e diferentes relatos da mídia indicam entraves entre os dois países.

Mais cedo, China e Reino Unido aconselharam seus cidadãos de deixarem o Irã e outros países do Oriente Médio, como Israel. Em nota, Pequim recomenda que os cidadãos chineses em Israel acompanhem atentamente os desdobramentos e os alertas de segurança emitidos pelo governo israelense, permaneçam vigilantes e reforcem as precauções de segurança e o preparo para emergências, evitem viagens desnecessárias, além de se familiarizar com os abrigos antibombas e rotas de evacuação.