Belém recebe nesta quinta e sexta-feira, dias 11 e 12 de setembro, o II Congresso Norte Brasileiro de Fisioterapia Esportiva e da Atividade Física. Promovido pela Sociedade Nacional de Fisioterapia Esportiva e da Atividade Física (Sonafe Brasil), o evento será realizado no Auditório David Mufarrej, da Unama, e reunirá profissionais e especialistas para discutir os principais desafios da fisioterapia no esporte.
A programação terá início na quinta-feira (10), às 17h, com o credenciamento e a cerimônia de abertura. Entre os temas previstos para o primeiro dia estão dor no atleta, dry needling, esportes de endurance e a atuação da fisioterapia nos períodos pré e pós-operatório de lesões do ligamento cruzado anterior (LCA).
Também serão abordados o esporte paralímpico na Amazônia e a atuação de fisioterapeutas em modalidades como Hyrox e CrossFit. O encerramento será marcado por uma mesa-redonda sobre os impactos das experiências olímpicas e paralímpicas na atuação da fisioterapia esportiva.
Na sexta-feira (11), os debates começam às 8h e incluem assuntos relacionados à reabilitação de atletas do judô e jiu-jitsu, endometriose no alto rendimento, lesões de coluna e prevenção de problemas físicos em militares. O congresso também terá discussões sobre gerenciamento de riscos no futsal e o uso de novas tecnologias no acompanhamento e tratamento de atletas.
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Outro eixo da programação será o processo de retorno ao esporte após lesões. Serão discutidos o atendimento a atletas após traumas, o monitoramento da fadiga, estratégias de recuperação muscular e diferentes critérios utilizados para definir quando um esportista está apto a voltar às atividades.
A formação profissional na região Norte também estará entre os assuntos do encontro. Uma das mesas será dedicada ao chamado Return to Play, conceito utilizado para definir o processo de recuperação e retorno seguro do atleta à prática esportiva. Para Shalimá Figueiredo, diretora da regional da Sonafe Brasil, a atualização e a troca de experiências são importantes diante das mudanças na área.
“A fisioterapia esportiva está em constante evolução, e a troca de conhecimento é fundamental para que os profissionais estejam preparados para os diferentes desafios do alto rendimento”, afirma.
Além das palestras e mesas de discussão, o congresso terá conteúdos relacionados à atuação médica no esporte, aspectos psicológicos envolvidos no retorno às atividades e estratégias de prevenção e tratamento de lesões. A expectativa da organização é aproximar profissionais da região Norte de especialistas de outras partes do país e ampliar o debate sobre a produção científica e a atuação da fisioterapia esportiva na Amazônia.
